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E porque não o meu ponto de vista?

Não é preciso conviver com uma mulher diariamente para saber alguns detalhes do comportamento feminino. Isso parece tudo muito claro, até que se viva na pele algumas dessa pequenas manias.

Sim é verdade que nós homens também temos algumas peculiaridades que nascem dentro nós. Um exemplo rápido e básico é o comportamento em um estádio de futebol (ainda mais aqui no Brasil). São milhares de homens juntos, abraçados, algumas vezes sem camisa, cantando, pulando, chorando, xingando e, nos casos mais exaltados, até brigando como se o mundo estivesse acabando. Assim como em alguns pontos eu sou uma excessão se comparado com a maioria dos homens, minha esposa também é, ou seria.

Em um sábado não muito distante, saímos de casa a pé para comer e já na ida fui avisado: “depois vamos passar naquela loja de sapato porque eu preciso pegar um brinde!”. Eu achei estranho aquele argumento. Oras, um brinde?
Fomos ao restaurante e após a refeição, inevitavelmente a hora de ir até a tal loja havia chegado. Tentei fingir que não lembrava, mas não teve jeito. Ao chegar na loja me contentei. Bem, em pleno sábado, quem estaria numa loja de sapatos fora de um shopping? Não seria tão difícil.

O otimismo acabou antes que eu pudesse concluir o pensamento. Ao entrar na loja, vi mulheres de todos os jeitos, não estilos. De pé, sentadas, penduradas no lustre, sorrindo… os poucos homens, se não estavam segurando um bebê andando de um lado pro outro, estavam experimentando sapatos com uma mulher do lado dizendo “Amooooooor, olha esse DA QUI!”

Fui ágil em estipular um tempo limite de permanência naquele ambiente selvagem. Após o trato feito, caminhei lentamente para procurar um sapato pra mim enquanto ela desaparecia na multidão. Não aguentei ficar 5 minutos.

Voltei para procurá-la e quando encontrei, vi uma das cenas mais chocantes de minha recém vida de casado. Eu nunca tinha visto minha esposa tão familiarizada em um ambiente estranho em tão pouco tempo. Ela sorria, olhava sapatos como se fossem todos de graça. Ela e as inúmeras mulheres em volta se comunicavam com olhares e gestos, sem falar uma palavra. Uma soltava um sapato, a outra automaticamente pegava. Uma procurava nas prateleiras e encontrava o seu preferido nos pés da outra.
Ela reconheceu minha cara de assustado e colaborou: “Não gostei de nenhum mesmo. Vamos embora.”

Na saída, com habilidade nata de uma pessoa vivida, ela chegou a porta de saída em 1 minuto e ficou esperando mais 5 até que eu conseguisse driblar todos os obstáculos.

Voltando de mãos dadas e rindo da situação, eu perguntei sobre o brinde. “Putz, esqueci de pegar!!”

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É engraçado como quando você casa, de repente, tem mil coisas pra resolver ao mesmo tempo. Antes eu morava com a minha família e não percebi que ter uma casa, uma vida, um carro, um apartamento, dá trabalho e muito.

De repente começa uma chuva super forte e a empregada te liga no meio de uma reunião. Você tem que jogar tudo pro alto e sair correndo, porque está entrando água pela janela. Ou você fica sem carro (antes eu pegava o da Mamuska emprestado) quando o seu está na concessionária. Ou você esquece de coisas simples, com as quais não tinha que se preocupar antes, pois sempre tinha alguém em casa pra te ajudar.

E eu sou esquecida, viu? Ah, como sou! Já esqueci de deixar o dinheiro pra empregada e tive que sair correndo na hora do almoço, já pedi delivery de supermercado e esqueci de avisar o porteiro, já chamei assistência pra retirar uma almofada do sofá em casa e esqueci de deixar a almofada na portaria, e por aí vai…. São coisas super simples e sim, você esquece!

Mas eu não tinha ideia que poderia insistir no erro (ou esquecimento) e foi o que aconteceu ontem.

Quando levei meu carro na concessionária, há umas 2 semanas, esqueci a chave de casa no chaveiro do carro. O maridão ia trabalhar até tarde e eu tive que ficar esperando ele chegar na portaria. Resumo: fiz estágio com o porteiro. Aprendi onde é melhor parar o carro, quem são os vizinhos legais e os chatos, quem briga com quem e tudo que estava acontecendo no prédio. Aprendi a abrir o portão dos carros e a porta dos pedestres

E ontem tive que levar o carro na concessionária e o maridão trabalhou até tarde de novo. Quem disse que eu lembrei de tirar a chave do chaveiro? Resumo: estágio com o porteiro de novo!!! Sem contar que ontem estava caindo uma suuuuuuuper chuva.  Garota aplicada que sou, ajudei o porteiro a abrir porta do elevador, abrir portão, fechar portão, entregar correspondência, conversar com moradores e até a registrar a saída e entrada de visitas! 🙂

Eu me esqueço de muitas coisas, mas este risco não corro mais: estou providenciando diversas cópias da chave para deixar em todas as bolsas que tenho e na carteira  e não precisar mais estagiar!

Eu sempre odiei picles. Com todas as minhas forças.

No começo eu era daquelas chatas que pedia um Cheeseburguer especial no McDonalds, sem picles e esperava horas para ele chegar. Depois de um tempo eu desencanei (e comecei a namorar) e tirava meus picles do sanduíche e dava pro maridão (então namoradão).

Mas em 2008 minha vida mudou. Fomos para a Disney de LA e o maridão decidiu comprar um snack no meio do dia. Na Disney tem uma secção de comidinhas naturais e saudáveis chamada Farmer’s Market.

E então ele comprou um picles. Daqueles grandões, bem americanos. Ele, como gostava de picles, se esbaldou. E eu fiz cara feia. Ehehehe. Mas parecia tão bom, mas tão bom, que eu dei uma mordida.

E neste momento minha vida começou a mudar. Começou, eu digo, porque eu ainda não estava convertida ao Picles.

Passei mais um ano, até a lua-de-mel, pra me jogar de vez. Fomos para Orlando e fiz ele rodar a Disney inteira comigo (Acho que era o Magic Kingdom) atrás do bendito picles. Parecia desejo de grávida.

Comi e gostei tanto que viciei. Hoje tenho em casa sempre um potinho de Picles da Hemmer – que são pequenininhos, vem temperados, são ótimos snacks e lights!!!

O maridão é que não gostou muito: .antes ele tinha Picles extras no seu Big Mac, agora eu como todos!

Quando eu fiz minha lista de casamento coloquei todos os tipos de apetrechos. Só de escorredor de macarrão e variáveis eu ganhei 3.

Quando chega a hora de decidir o que vai ser trocado e o que fica você tem que acabar priorizando a funcionalidade X o espaço que você tem para guardar as coisas. Pois bem. Dos três eu decidi ficar com uma panela alta, que tem a tampa furadinha, igualzinha a esta:

Escolhi ela pela funcionalidade de me deixar preparar também outras coisas, por ser uma panela também e por ser fácil de usar: você segura  tampa fechada, vira a panela de cabeça pra baixo e escorre a água.

Facinho, né? Pois bem. É super fácil até você precisar realmente fazê-lo. Tive duas tentativas:

1) Sozinha com maridão em casa

O macarrão estava super no ponto. Peguei minhas super luvinhas e parti pra cima da panela. A sorte foi que, pra garantir, coloquei uma super peneira de silicone que eu tenho dentro da pia porque eu sabia que podia dar merda. E deu. Assim que eu virei a panela eu não consegui segurar direito a tampa e o macarrão caiu todinho dentro da peneira. Mas ok. Estava limpinha e toda a água escorreu. O maridão nem ficou sabendo.

2) Eu, Maridão, Cunha e Cunho em casa. As primeiras visitas para quem eu realmente cozinhei (sentiu o drama, né?)

Fiz um super molho de Chili, bem apimentadinho e fui tirar o Penne da panela. Todos estavam na sala conversando (que é imediatamente grudada na cozinha, devido à ampla disposição do nosso apartamento de 60 metros).

Desta vez eu já sabia que a panela podia me enganar. Por isso fui preparada e com mais “força” para segurar a tampa. Só esqueci da peneira, mas estava tudo sob controle. Eu tinha o meu plano bolado: “vou escorrer a água bem devagarinho sem virar muito a panela. Quando estiver no finalzinho eu viro um pouco mais e pronto”.

Todos na sala conversando, ninguém prestando atenção e mim e eu fui. O plano foi executado com perfeição, exceto pela “viradinha” no final. Eu consegui escorrer 95% da água da panela e quando fui dar a “viradinha” meu macarrão foi inteirinho pra pia!

Eu, como não esperava aquilo, não me aguentei e soltei um modesto “Ugh” que fez com que os três estivessem na cozinha no instante seguinte e dando risada da minha cara.

Meu Cunho no mesmo instante em que chegou já me ajudou a salvar o macarrão (a pia estava limpa, ok?). Demos aquela lavadinha básica, com bastante água, colocamos na panela com o molho e mandamos ver. Conseguimos salvar o suficiente para jantarmos e repetirmos o prato – ficou muito bom!

Neste dia decidi que, por mais que a gente não tenha espaço, em alguns pontos não vale à pena fugir do tradicional e passar carão na frente das visitas!

E não tive dúvidas: parti no dia seguinte atrás de um escorredor de macarrão decente. 🙂

Quando eu comecei a pensar em onde fazer o dia da noiva eu simplesmente desisti. Milhões de salões, tratamentos, possibilidades e um mais caro que o outro.

Resolvi fazer meu dia da noiva em casa. (E com isso veio a super cilada deste post aqui).

Achei mais legal pois eu estaria com a milha família o dia todo, na minha casa, com os meus bichinhos fofos (Luna e Tinoca – a gatinha que aparece no topo do bolo comigo e com o maridão), o meu banheiro e tudo que eu pudesse imaginar em querer à mão.

Tirei a sexta-feira antes do casamento para relaxar. Depois de muito procurar e graças à ajuda de uma super madrinha, achei os “Luizes”.

O primeiro Luiz é amigo da minha mãe e é massagista e fisioterapeuta.Fui no cabelereiro adiantar tudo que era possível (mão, depilação, sobrancelha, pé, etc) e depois o Luiz estava em casa me esperando.

Fiz 4 tipos diferentes de massagem que só faltaram me fazer dormir – Drenagem, esfoliação, massagem hidratante e massagem relaxante.  Delícia! Depois de tudo isso foi a vez do noivo, que sim, dormiu profundamente.

O segundo Luiz foi indicado por uma super amiga e madrinha. Ele é maquiador da MAC, já foi da Dior, Sisheido, etc… Foi super atencioso, me mandou um email explicando tudinho como funcionava e fiquei aliviada de finalmente tê-lo encontrado.

Marcamos um dia só para o teste de maquiagem e cabelo (com a Mamuska presente para dar pitacos). Ele fez de tudo, me explicou tudo e até me enrolou numa toalha de jantar branca para ver se o contraste estava bom. Além disso, foi super preocupado em tirar fotos para ver se eu não ficava branca demais com o make.

No dia do casório me senti uma Diva. O Luiz e o Vitor, seu assitente, chegaram em casa e meu dia da noiva finalmente começou. A Léo, nossa manicure, foi pintar nossas unhas (sou meio estabanada e borro a unha 5 minutos depois de ter pintado, por isso achei melhor fazer no dia) enquanto eles nos preparavam para a maquiagem.

A Mamuska, que também estava super ansiosa, se maquiou junto comigo e ficou LINDA! O Luiz e o Vitor ajudaram e me vestir, calçar sapatos, passar pefume e colocar brincos. Uns fofos e eu super recomendo.

No fim das contas, foi a melhor coisa que eu fiz. Fiquei em casa, tirei fotos lindas na casa que eu amo de paixão, fiquei perto de toda a família e não fiquei nem um pouco estressada. Super indico.

Aliás, falando em indicar:

Luiz Fernando – Massagista e Fisioterapeuta

Contatos: (11) 9413-6436 ou fernandogalbiati@uol.com.br

Luiz Mufato – Maquiador e Cabelereiro

Contatos: (11) – 9277- 5295 ou luizmufato@yahoo.com.br – Site: http://luizmufato.zip.net/

😉

A tarefa foi tão difícil que terminei e já vim pro blog. Imaginem só: fui buscar na ótica hoje o meu óculos novo. Estou meio zureta, tentando me adaptar com o grau e ainda resolvi pregar botão.

Isso mesmooooo!!! Cheguei em casa e lembrei que tinha deixado uma calça do maridão separada para arrumar o botão. Uma tarefa super simples, ok, mas não quando você tem que fazer pela primeira vez e ainda meio zureta.

Peguei a super caixinha de costura que ganhei da minha sogra, achei a linha que mais combinava com a calça e parti pro ataque. Passar a linha na agulha foi fácil, viu?

Além disso, examinei os outros botões para tentar entender como a tarefa deveria ser executada. Quem disse que ajuda? É um monte de linha pra todo lado!

Tirei a linha do botão (o que ainda não tinha saido), mirei bem nos buraquinhos e comecei. Vai, vem, vai vem, muda o buraco do botão, vai vem, vai vem, prum lado, pro outro, vai vem.

E como termina???? Eu também não sei. Inventei um jeito de dar um nózinho e pronto!

Agora é só esperar o maridão fazer o teste pra ver se o botão dura. Caso não dure, já tem mais dois de reserva na parte de dentro da calça que eu já vi! 😉

Hum…Essa foi a primeira que o maridão elogiou de verdade! Quando ele vê que eu estou fazendo as abobrinhas fica sempre por perto, pra comer uma antes da hora.

Ingredientes

– 6 Abobrinhas Italianas

– 1/2 Caldo de galinha

– 1/2 xícara de azeite

– 4 colheres de sopa de mostarda

– Outros temperinhos a gosto, tipo salsa e cebola, pimenta do reino, manjericão, etc.

– 3 dentes de alho (com casca)

– Algumas gotinhas de tabasco

Como fazer

Pique as abobrinhas como preferir, mas em pedaços grandes. Pode ser rodela, palitinho, quadradinhas, meia rodela, etc.

Coloque-as em uma assadeira e junte todos os outros ingredientes. Dê uma bela misturada e coloque os dentes de alho.

Leve ao forno médio e deixe lá por um bom tempo – de 60 a 90 minutos. (Demora mas prometo que o resultado é bom).

Dê uma mexida de vez em quando. As abobrinhas vão soltar água e cozinhar, ficar bem molenguinhas.
Voilá! Você tem deliciosas abobrinhas “curtidas” que acompanham tudo: carne, frango, peixe, arroz, nuggets, salada, etc. Elas podem ser comidas quentes ou frias. Up to you! =)

Receber visitas é uma arte.

Tem o timming certo de colocar o Doritos no potinho, porque se não ele murcha.

Você precisa também saber o que as visitas bebem (ou gostam de beber), porque é meio chato a pessoa pedir algo que você não tem em casa.

Você precisa saber do que as visitas gostam, porque de que adianta você servir geléia de pimenta com cream cheese se a pessoa não gosta da combinação salgado-doce?

Você precisa pensar na variedade de petiscos e inovar (porque depois da décima visita você é que não vai aguentar mais Doritos e bolinhas de amendoim).

E você precisa pensar nos potinhos, onde servir os pestiscos. Você precisa pensar nas espátulas, caso sirva patê. Precisa lembrar do guardanapo – este eu sempre esqueço.

Tem que rolar toda uma preparação, um stress pré-visitas e ainda assim, quando eles chegam, você não está totalmente preparada. Principalmente quando você é recém casada, porque você ainda não se acostumou com todo esse ritual, com tudo o que você pode servir e com todos os apetrechos que você tem, ou não, em casa.

E quando você acha que completou todas as etapas de preparação, você ainda se surpreende: você não tem onde servir os deliciosos amendoins crocantes verdinhos.

Pois eu não tive dúvidas: coloquei o saquinho inteiro no copo americano! 😉

Não. Ele não foi em casa e este não é mais um post de receitas!

Passamos metade de nossa lua-de-mel no Caribe em uma ilha que é metade holandesa e metade francesa: St Maarten. Eu já tinha ido para lá com os meus pais, mas o maridão não. Quando começamos a procurar destinos no Caribe foi meio que automático. E como meus pais vão para lá sempre que tiram férias, pedimos diversas dicas.

Uma delas era o restaurante francês Brasserie de la Garre. Um restaurante super charmoso, na beira da marina de Marrigot, lado francês da Ilha. Uma vista LINDA para o pier, barcos ancorados, gente charmosa passando e passeando!!!

No segundo dia decidimos ir almoçar lá e experimentamos a dica. Eu comi frango com molho de ervas e talharini e o maridão comeu lindos e parrudos camarões com molho creole (típico da culinária local). Eu, como sou alérgica a camarão, fiquei babando no prato dele de tão bonito e apetitoso.

Como gostamos muito, decidimos voltar lá no nosso Jantar Romântico “oficial” da lua-de-mel, em um dos últimos dias de viagem: beliscamos couvert, escolhemos os pratos e pedimos uma champagne para acompanhar. Já estava perfeito, mas não sabíamos que ia ficar ainda melhor.

Depois de 5 minutos que nos acomodamos a parte do Jantar Perfeito começou. Não descobrimos o porque, mas acabou completamente a luz na marina. Todos os restaurantes em volta do pier estavam completamente apagados. Nenhuma luz. Apenas o barulho do mar e as pessoas conversando. E nós ali, sentadinhos, com baguetes, manteiga Président, champagne, na lua-de-mel e curtindo o melhor momento de nossa vida.

O Francês nos trouxe velas, que deixou o jantar ainda mais perfeito. Nossos pratos vieram em seguida: Frango com molho creole e vegetais e o maridão repetiu a dose de camarão. O jantar fou seguido por deliciosos petit gateaus e mais champagne para acompanhar.

Ficamos conversando mais algum tempinho, tomamos nossa champagne, curtindo o momento propiciado pelo “além”, pela luz de velas e pela cozinheira fantástica do restaurante, que nos deixou extremamente “felizes”.

Pagamos a conta, fomos passear pela marina e a luz misteriosamente voltou, assim como tinha ido embora.

Just Perfect!

Essa é baba e foi a primeira desenvolvida pós casamento.

Relembrei o quanto gosto de ervilhas no avião indo pra lua-de-mel e na volta inclui a ervilha no nosos cardápio. Como comemos sempre um franguinho grelhado com salada ou legumes, a ervilha é ingrediente básico na minha cesta básica! 🙂

Ingredientes:

Ervilhas Frescas Congeladas

2 colheres de sopa de manteiga

1 colher e meia de chá de alho picado (daquele de potinho mesmo).

Como fazer:

Coloque água para ferver em uma panelinha. Enquanto isso já tire a ervilha congelada da geladeira.

Depois que a água ferver, acrescente as ervilhas e deixe elas lá por uns 4 minutinhos.

Retire a ervilha da água e deixe escorrendo. Na mesma panelinha você coloca a manteiga para derreter e o alho para dar uma fritadinha. Quando o alho não estiver mais cru (ele não precisa estar torrado), coloque a ervilha e mexa bem.

Voilá! Ervilhas fresquinhas e sautée para acompanhar sua carne preferida!

Quem sou eu?


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