A Lei de Murphy existe, e quando você acha que ela não vai “te pegar”é aí que ela te s urpreende.

Eu já falei sobre a escolha do meu vestido de noiva neste post aqui mas o que não falei foi do trabalho que ele me deu quando cheguei na Igreja.

Eu escolhi o vestido por causa do rabicó, delicadamente apelidado por mim de rabicó do Pato Donald. Amei o vestido em si, mas o rabicó dava um toque especial….Fofo, lindo e super prático – eu podia tirar ele na festa e o vestido continuaria lindo!

Quando comecei a me vestir em casa, conseguimos colocar o rabicó sem problema nenhum. As pessoas que estavam me ajudando desenvolveram uma técnica ótima com grampos de cabelo, e ele ficou no lugar certinho em menos de 5 segundos.

Entrei no carro e fui pra Igreja. A emoção de sair de casa pela última vez era tanta que eu nem percebi que o rabicó soltou assim que eu sentei no carro.

Chegamos na Igreja, esperamos todo mundo sair da porta da Igreja, desci do carro e o rabicó ficou por lá mesmo… E aí começou a confusão….O rabicó tinha 5 ganchinhos brancos e o vestido 5 casinhas brancas para encaixar os ganchinhos, já estava de noite e ninguém conseguia fazer casar casinha com ganchinho.

Meu pai tinha os grampos de cabelo lá, mas quem disse que eles ajudaram em alguma coisa? A organizadora da Igreja e a assistente vieram ajudar, uma amiga da família veio ajudar, meu pai já estava desistindo… Eles conseguiam prender dois ganchinhos, mas no terceiro os outros dois soltavam….

Enquanto todo mundo tentava encaixar o meu rabicó (que estava bem parecido com aquela brincadeira de acertar o rabo do cavalo com venda nos olhos) eu estava tentando facilitar e me dobrei pra ver se ajudava em alguma coisa.

Desta hora me lembro das daminhas passando, com seus lindos buquês de marshmallow, pulando de um lado para o outro, vindo me dar oi. Lembro de olhar para dentro da Igreja e ver as pessoas olhando para a porta de vidro com cara de ? se perguntando o que estava acontecendo. Não lembro quanto tempo demorou, mas parece que foi uma eternidade. Tempo suficiente para o Padre fazer uma brincadeirinha com o maridão no altar.

Nem lembro de o rabicó encaixou ou se eu me enchi o saco, mas lembro que fiquei a cerimônia inteira preocupada com ele – até porque o fotógrafo mexeu nele diversas vezes pra ajeitar a cauda do vestido.

Na hora de cumprimentar minha mãe pedi um help básico pro rabicó que já estava bem caído e tortinho. Ela conseguiu, em uma tentativa só, colocar ele no lugar! Nada como a mão da Mamuska, né?

Papito não aguentou quando foi devolver o vestido e deu uma bela de uma bronca no pessoal da Belle Sposa contando tudo isso que acabei de contar pra vocês…Quem sabe ajuda pras outras noivas, né?

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