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Toda mulher solteira conhece a tradição/simpatia: se você quer casar, é só colocar o seu nome na barra do vestido da noiva.

Coisa simples, mas meio complicadinha pra noiva, eu diria. Principalmente quando a noiva sou eu: extremamente planejada e organizada, mas que esquece das coisas simples e importantes (principalmente para as amigas solteiras).

A lista era pequena e eu não podia esquecer de ninguém, muito menos da Maroca (que pediu até pra colocar a data do casório do lado pra garantir, já que ela namora há mais de 10 anos).

Confesso que eu lembrei da lista de pedidos em cima da hora, quando eu estava saindo de casa. Acabou saindo “daquele jeito”: esparadrapo escrito com a bic que não pegava. Grudei o esparadrapo na mão, peguei a caneta, escrevi o que deu (escrevi todos, mas a caneta falhou em partes), colou no vestido e pronto. “Vamo que vamo”.

Mas hoje, vendo o Blog da Bia (Aventuras de uma noiva), vi que a coisa poderia ter sido muito mais bonitinha e planejada! A Bia teve a super ajuda da estilista que fez o vestido dela e ficou sensacional: ela fez um coraçãozinho preso dentro do vestido, com vários corações dentro, cada um com o nome de uma amiga.

Ficou fofo demais que não aguentei e resolvi postar aqui. A idéia é o máximo, e depois ainda cada noiva ganhou seu coraçãozinho! Lindo!!!

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Acho que já foi o tempo em que só os homens tinham despedida de solteiro. Quando casamos o maridão fez a despedida dele com os amigos (e se divertiram bastante). Não sou ciumenta, sei que ele me ama e que jamais faria alguma coisa (e eu também), por isso nem encanei. No mesmo dia resolvi fazer a minha, e confesso que foi meio miada. Aproveitei uma balada que algumas amigas estavam indo para comemorar um aniversário, mandei email pra algumas pessoas e fui junto. As minhas amigas/irmãs já estavam lá mesmo e a Rê e a Chu da Abril apareceram pra gente se divertir.

Foi legal, mas foi uma balada comum. Por isso não tinha escrito nada no blog sobre isso. Mas neste final de semana fui em uma despedida de solteira que bateu qualquer uma que eu já tivesse visto ou ouvido falar. A Aline e o Marco se juntaram e no sábado rolou a despedida deles: meninas com meninas e meninos com meninos.

O que os meninos fizeram, eu não sei, mas a das meninas foi bem legal e por isso resolvi escrever aqui – serve de inspiração e ideia para outras noivinhas ou para amigas que queiram se divertir.

A Aline fechou um salão de festas de um prédio e convidou algumas amigas (incluindo eu, que conheço ela porque o Maridão e o Marco são amigos desde o colégio). Chegamos às 6 da tarde e fomos recebidas com champagne com morango. Super mega chique!

Estava tudo lindo, decorado com cataventos rosas e folhas coloridas com corações vazados (Super simples de fazer e fica lindo). Tinha sanduíche de metro, salgadinhos (quem não ama bolinha de queijo?), docinhos e bombons e pirulitos devidamente tematizados 😀 (O maridão não gostou muito desta parte).

Tudo uma delícia, mas o momento mais esperado foi a aula…Sim! Aula! A Aline chamou a Lu Riva para ir dar aula pra gente! Ela é “Especialista em pompoarismo, saúde, auto-estima e prazer da mulher“. Já imaginaram, né?

Ela ensinou a mulherada a levantar a auto-estima para seduzir os homens com coreografia e tudo mais, deu aula de strip-tease e instigou a mulherada sobre o Pompoarismo. Ela contou um pouco de como funciona, explicou os exercícios e mostrou videos que não serão tão facilmente apagados da minha memória, mas ainda assim valeu.

Para quem não sabe, o Pompoarismo tem duas frentes: uma para trabalhar e melhorar a saúde ( é sugerido por ginecologistas a fim de prevenir flacidez pós-parto e incontinência urinária) e outra com cunho sexual (nesta sim se encaixa aquela parte de Priscila, Rainha do Deserto).

Muitas gargalhadas, perguntas e respostas depois, a aula terminou, a mulherada se transformou em Mulher Maravilha e partiu para a Trash 80. Fomos todas para a balada “brega” curtir desde Xuxa e Mara Maravilha até Jaspion, Sidney Magal e muito mais.

Isso mesmo! Hoje, 25 de outubro, é dia do macarrão. Pra comemorar, vou dar uma receita super fácil que tenho feito muuuuito em casa (e o maridão adora) e fica muito bom mesmo!

Descobri esta famosa receita da Família Soler Mota “no susto”. Isso porque queria fazer um macarrão diferente, mas eu não tinha nada de diferente em casa. Arrisquei, fiz, ficou muito bom, e repetimos diversas vezes já!

Penne à la Soler Mota

– 1 Cebola média picada em pedaços grandes

– 2 Colheres de sopa de azeitonas verdes picadas

– 1 colher de alho picado

– Azeite à gosto

– 1 Saquinho de molho de tomate pomarola tradicional ou com manjericão (Acho ótimo que agora eles fazem assim de sachê)

– 3 fatias de queijo Cheddar Sandwich in Polenghi (Compro ele de bandeja com mais unidades no Extra, vem fatiado e é mais barato)

– Penne

Modo de Fazer

Macarrão: processo normal de cozinhar o macarrão – nenhuma novidade aqui!

Molho: Coloque o alho e a cebola para dourar na panela com azeite. Quando estiver “semi” dourada, adicione as azeitonas. Deixe refogar por 3 ou 4 minutos. Coloque o molho na panela, acrescente um pouco de água filtrada (eu geralmente coloco a medida de meio saquinho, pra aproveitar o molho que ainda fica por lá). Deixe o molho ferver. Acrescente as 3 fatias de queijo cheddar. O queijo cheddar vai derreter aos poucos e mudar a cor do molho. Ele fica um vermelho meio laranja, mas já adianto que delicioso!

Sirva o macarrão com o molho (ou se sirva de macarrão e se lambuze no molho – eu e o maridão geralmente exageramos na parte do molho porque fica muuuuito bom).

Perceberam como o molho ficou mais laranjinha?

Yummy! =P

Ir pra praia é uma delícia, né? Eu e o maridão não vamos faz tempo, mas já fomos muito. Nossa primeira viagem como namorados fizemos uma escala em Camburi e depois fomos para uma pousada em Maresias.

Uma pousada com um site legal, de um planfletinho que tínhamos recebido na porta da faculdade. Decidimos em cima da hora, ligamos, tinha vaga, estávamos no meio do verão e não pensamos duas vezes. Fizemos a mala e fomos.

Passamos um ou dois dias em Camburi na casa de amigas minhas e seguimos para Maresias. Achamos a pousada sem problemas, bem pertinho do Sirena. Era meio de semana então ela estava bem tranquila. (Faço aqui um parênteses pra comentar que a vida de estudante sem estágio é boa e a gente nem percebe, né? Quando, no meio de Janeiro, eu poderia jogar tudo pro alto e sair correndo pra praia????).

Fizemos nosso “check-in” e fomos para o quarto. O quarto era modesto e justo (pelo preço), tinha uma cama de casal, banheiro, TV, ventilador e ficava nos fundos da pousada.

Não pensamos muito, deixamos as coisas no quarto e corremos pra praia. Curtimos o sol, entramos no mar, fomos na Arena 89fm – minha cunhada e meu cunhado estavam trabalhando na Arena e este foi um dos motivos de irmos pra Maresias – saímos pra jantar e voltamos pra pousada na hora de dormir.

Nos arrumamos, colocamos pijama e deitamos pra dormir…Ou não. Quem já foi pra Maresias sabe que o Sirena fica perto de um morro, né? E lá perto deste morro é onde moram os pernilongos.

Nosso quarto, como deixamos de notar, não tinha portas ou janelas de vidro. Eram de veneziana (sabe como é? aquela cheia de ripinhas de madeira com um espaço gigante para qualquer pernilongo passar entre as ripinhas). Tentamos, por horas e horas, dormir.

Eu me cobri com o lençol para tentar afastar os pernilongos sedentos de mim e depois de algum tempo consegui dormir. Devo confessar que dormir com o zum zum zum na orelha foi difícil, mas uma hora o sono falou mais forte. O maridão não conseguiu. Passou horas vendo Jô de pé, dando voltas em torno da cama. Ficava andando de um lado pro outro, feito assombração. Vira e mexe eu acordava, mandava ele deitar e ele não me obedecia. Acho que uma hora ele deve ter sido vencido pelo cansaço e conseguiu dormir.

No dia seguinte, quando acordamos, estávamos putos da vida. Além disso, parecia que havia rolado um assassinato no quarto. O lençol estava cheio de manchinhas de sangue dos pernilongos que eu exterminei inconscientemente no meio da noite. Chamei o moço da pousada, mostrei o lençol e pedi pra ele trocar.

Fomos pra praia e acho que acabamos até tirando uns cochilos por lá (não me lembro porque faz muuuuito tempo). Mas quando voltamos para o hotel para a próxima noite, estávamos munidos: passamos no mercado e compramos um arsenal contra pernilongos – velas de citronela, minhoquinha verde em espiral (não sei o nome disso, mas quem vai pra praia sabe do que eu tô falando), SBP, OFF e mais algumas coisas.

Chegamos no quarto, passamos SBP pelo quarto todo (só o resultado do SBP já dava pra encher uma pá de lixo com pernilongos). Voltamos logo depois, tomamos banho (normal e de OFF – ehehehe), acendemos as velas e as minhoquinhas verdes. Em cada porta do quarto (porque sim, pra piorar o quarto tinha porta de serviços no fundo) colocamos duas velas e uma minhoquinha. Do lado de cada um na cama tinha mais duas velas e duas minhoquinhas. Só faltou mesmo colocar velas de citronela na barriga para dormir. Nos cobrimos com o lençol e capotamos.

Tivemos uma noite mais tranquila, aproveitamos melhor as nossas semi-férias e voltamos pra casa. Foi uma experiência diferente para a primeira viagem namorandinho, mas valeu à pena. Agora já estamos craques, mas acho que não voltamos nunca mais (e nem vamos voltar) pra Maresias. 🙂

Eu sei, gente….colocar prateleiras na parede parece ser a coisa mais fácil do mundo, mas não é! Eu e o maridão estamos nessa árdua tarefa há alguns dias.

Você vai na loja, compra as prateleiras, volta pra casa achando que a coisa é fácil, simples e rápida e na hora de começar a fazer você dá com “os burros n’água”, como diria meu Vô Nato. São diversas etapas e nem todas elas ajudadas pelo fabricante/Etna.

Compramos duas prateleiras: uma de 1 metro e uma de 1,5 metros. Não eram exatamente da medida que queríamos, mas vão funcionar tão bem quanto. Aí olha pra parede, mede daqui, mede dali, marca a distância e vambora!

A de 1 metro veio bonitinha, com uma fitinha sulfite dobrada do tamanho da prateleira. Tinha o manual de como instalar e o molde para os furos. Ou seja: pá pum. Pegou, mediu, nivelou, marcou, furou. Pronto! O problema acabou.

A de 1,5 metros veio sem o molde. E aí começou o problema. Ao invés de 2 barras de suporte, como a de 1 metro, ela tem 3. Sem molde fica muito difícil, concordam? Sem molde + sem a ajuda da esposa + 3 barras de suporte, fica mais ainda. No meio da perfuração paredística tive que vir correndo pro trabalho (estava semi atrasada e tinha uma reunião).  Ou seja: o maridão fez sozinho.

Confesso que quando cheguei em casa à noite achei que tava meio estranho as três barras de suporte na parede, mas tudo bem. Pensei: “Vamos esperar o maridão chegar, fazemos junto e vai dar tudo certo”. Ou não.

Colocamos a prateleira no lugar e ela ficou tortinha, mas dava pra aguentar daquele jeito. Colocamos a TV em baixo e foi impossível conter a risada. Tava completamente torta.

Passamos o sábado à tarde dando um jeito na prateleira. Medimos tudo de novo, marcamos e nivelamos para ver se estava tudo direitinho. Tiramos o kit suporte + parafuso + bucha da parede para furar de novo e colocar no lugar certo. Pra dar mais emoção, quando as buchas sairam, trouxeram metade da parede junto. Sem problemas! Quem não tem massa corrida em casa? Tapamos os buraquinhos e estamos esperando secar para, aí quem sabe, conseguir colocar a bendita prateleira no lugar certo.

Aviso vocês quando der certo!

Ps: vale falar aqui que o nosso apê é antigo. Tem uns 30 anos e o teto do nosso apartamento é tortinho também. Ou seja: se compararmos a prateleira com o teto, tava lindo! 😉

Ps2: Temos também a tinta da parede pra pintar onde está a massa corrida, mas para quem não tem, nada que uma pilha de livros não faça por você, viu?

Eu sei…estou bem atrasada e prometi este post há meses, mas fato é que só tirei as fotos da máquina agora…

Casamos e fizemos uma de nossas listas de casamento na Camicado (já falei das listas por aqui). Achei fofo quando fizemos um ano de casados recebermos uma cartinha deles nos parabenizando pelas bodas de papel.

Olha que fofo. Diz assim:

“A palavra boda provém da palavra latina “bodum”, que significa promessa. Desta forma, quando se diz “Minha boda”, estamos dizendo “Minha Promessa”. Nesta data comemorem as bodas de papel, o primeiro aniversário deste voto tão especial. Nos sentimos felizes por fazer parte desta história. Parabéns. Renata Camicado”

Junto com o cartão veio uma florzinha FOFA de origami que está na geladeira…Não orna muito com as nossas decorações geladeirísticas, mas gostei tanto que não tirei. 😀

Pois é, gente. Eu tirei férias para acompanhar uma mini-reforma que precisávamos fazer no apê. Meus planos das férias estavam traçados: Segunda o pedreiro começa, termina na quinta, eu corro e faço um monte de coisa enquanto a casa está uma zona, arrumo tudo na sexta e parto pro Rio pro Show da DMB. Na segunda e terça eu passaria limpando o apartamento (Que férias, hein???)

Tudo lindo e planejado nos mínimos detalhes…Entre os “2 do’s” das férias estava preparar vários posts pro blog. E aí vocês me perguntam: Mas cadê??? Pois bem…Quase não consigo nem parar para respirar.

Tudo começou quando nossa máquina de lavar quebrou….Ficamos 2 semanas sem lavar roupa. Além disso, o Sr Pedreiro que deveria começar na segunda, só começou na quinta. Ou seja: de segunda a quarta eu lavei roupa (leia-se muuuuita roupa, cortinas, toalhas, roupa de cama, tudo atrasado de 2 semanas) e preparei o apê pra zona que iria começar…

A reforma é coisa pequena mas que tem uma quantidade de pó inversamente proporcional ao seu tamanho: GIGANTE!!! Nossa varanda estava alagando o apartamento. Tudo isso porque o piso que colocamos cobria o trilho da porta e não deixava a água escoar. Super simples: quebra aqui, cimenta ali, coloca o piso cá, pinta a parede acolá….Encapei tudo que era possível com lençóis, cobertores e forrei o chão com papelão de pintura…Mas o atraso do pedreiro mudou todos os planos.

Enquanto a casa estava de cabeça pro ar, ainda fomos em 2 shows da DMB…Mas isso é papo pra um próximo post!

Logo mais eu volto…Prometo!

Juro que vi e não me aguentei….

Tem coisa mais difícil do que dobrar lençol com elástico??? Não! E pra quem não é coordenada, assim como eu, a tarefa fica ainda mais difícil. Eu sempre desisto no meio do caminho porque pra mim é algo humanamente impossível.

Mas hoje, paseando pelo Papo de Amélia, vi este vídeo. Confesso que não testei, mas a teoria é bem simples.

Conto pra vocês depois que eu testar a tática.

Quem sou eu?


aventurasdecasada@gmail.com

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