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Eu sumi e eu voltei só hoje. Isso porque a última semana foi de êxtase. Segunda passada eu, maridão e Mamuska fomos ao incrível show do Paul McCartney.

Antes que você pergunte, não…Não sou beatlemaníaca. ADORO Beatles mas não é o que está sempre tocando no meu fone de ouvido. AMO o Paul e sim, ouço as músicas dele com mais frequência. Não sou muito fã do John. Ehehehe.

Lá em 2008 eu e o maridão tivemos uma experiência Beatleszística em Las Vegas, no espetáculo LOVE (que por sinal é imperdível pra quem ama Beatles). Choramos do começo ao fim, como duas criancinhas. Foi uma das noitas mais mágicas que tivemos em Las Vegas e nas nossas vidas (fica bem grudadinha no topo da lista com o dia do casório).

Por isso ficamos putos, brigamos quando não conseguimos comprar o ingresso do Paul, passamos a madrugada em claro, com dois computadores, tentando comprar o ingresso e ficamos emocionados quando a compra do ingresso foi aprovada. Juro que até chorei no carro ouvindo Hey Jude!

Mas enfim…voltando. Ingressos na mão, uma super chuva rolando na cidade (além de estar tudo parado), Capuchas vestidas e lá vamos nós!

Ficamos esperando o show começar de baixo de chuva, fazendo “Ola” para aquecer (confesso que as três primeiras vezes foram bem divertidas, mas depois encheu o saco). Ficou de noite, o telão se acendeu, o DJ entrou e a vontade de fazer xixi veio junto (de novo!). Fiquei me concentrando para não precisar ir no banheiro, mas a força da água (da chuva) foi mais forte. 🙂

E eu resolvi ir no banheiro na mesma hora que Sir Paul resolveu entrar no palco. Fui correndinho no banheiro (vazio), fiz o que devia e voltei pra curtir com a Mamuska, o maridão e o Dé (amigo do maridão).

A chuva sumiu assim que ele entrou no palco e curtimos o show. E sim…Choramos demais!

Sir Paul se saiu muito bem, arriscando no português, conversando com a platéia, chamando as pessoas para cantar. Dizem que é tudo “ensaiadinho”, mas teve uma hora que ele soltou um “Tudo bem in the Rain?” (Tudo bem na chuva?) que tenho certeza que foi improvisado…Rimava perfeitamente, porquê não brincar com a platéia? Ele pulou, cantou, dançou, tocou piano (demaaais), fez graça. É um showman com muita experiência, mas tenho que dizer que o baterista Abe Laboriel Jr. também é um show à parte. Eu já achava ele demais, e depois de ver ele dançando “Dance Tonight” na transmissão da Globo, gostei mais ainda!

Enfim. Estávamos lá longe (como vocês vão ver pelas fotinhos lá em baix0, mas pelo menos tinha cadeira pra sentar), mas isso não quer dizer que foi menos emocionante. Curtimos, Choramos (sim…de novo), vibramos, cantamos junto com o estádio inteiro. Vimos pais, filhos, irmãos e amigos vibrarem juntos ao som que marcou uma geração. Sem dúvidas, para mim e acho que para todos que estavam lá, o melhor show de nossas vidas! 🙂

Imagem copiada “na caruda” da Ju, do TáBomVai!

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Não…Não somos eu e o maridão…

O Casal sem Vergonha é um casal que resolveu fazer um blog pra falar de tudo (e mais um poucão) sobre tudo no relacionamento de um casal.

Eles falam abertamente e sem pudor nenhum. Tem vários vídeos tratando de vários tabus mas este daqui foi o meu favorito: “Coisas irritantes nos relacionamentos”. Enjoy!

Ontem eu estava vendo umas fotos do casamento e vi de novo meu terço. Aí resolvi escrever sobre ele hoje.

Eu já falei aqui que não fui uma noiva normal. Uma das minhas escolhas foi de não usar véu e por isso inventei que queria alguma coisa diferente para ter comigo na hora de entrar na Igreja. Coloquei na cabeça que eu queria um terço e parti atrás dele.

Achei terços para aluguel (pela pechincha de R$1800), achei terços horrendos e achei terços lindos (como o meu, que eu amei).

Obviamente que a minha decisão veio em cima da hora, então eu não tinha muita escolha. No meio de Julho tinha uma daquelas feiras gigantescas de noivas no center norte. Saí um dia do trabalho, atravessei a cidade e (duas horas depois) cheguei na feira.

Juro que nem dei muita volta. Os estandes com os enfeites de cabelo estavam perto da porta de entrada…Vi os que mais gostei, perguntei o preço, dei uma volta e rezei pra achar o meu quando eu voltasse.

Comprei e fui pra casa. Quando o maridão me ligou naquele dia e perguntou onde eu tinha ido, eu desconversei. O tempo passou, e lá estava eu, entrando na Igreja.

Pega o buquê, segura, arruma o terço e vamo que vamo. Para mim, o terço tinha passado despercebido, mas quando entramos no carro depois da Igreja recebi um elogio na lata: O maridão tinha adorado! Disse que foi a primeira coisa que ele percebeu quando entrei – ele amou. (Já valeu as duas horas de trânsito e o preço. Ahahaha).

É um detalhe bobo, mas hoje tenho uma coisa que é minha, que esteve comigo no momento mais emocionante da minha vida, e que, por mais que seja uma bijuteria (mas isso não signifique que foi barata), é lindo e será passado para a minha filha quando ela casar, e para a minha neta e assim por diante.

Ah, Sim. Tem os brincos de pérola também…Mas estes serão presente da mãe da noiva para ela, assim como o meu foi presente da Mamuska.

Sim…A reforma terminou há 1 mês já e as chuvas estão começando.

Ainda não passamos por nenhum perrengue com a varanda e pelo que parece deu tudo certo, mas ainda faltam chegar as super chuvas de verão pra gente tirar a prova.

Enquanto isso, eu fico aqui pensando: é engraçado como parece que a gente nunca tá feliz com o tempo, né? E São Pedro não dá muita força também…

Se estamos no inverno e está um puta frio, rezamos e imploramos para o verão chegar logo. Se estamos no meio do verão, com as chuvas nos pegando de surpresa a qualquer momento, reclamamos que o inverno é melhor porque não chove tanto e nem tem tanto alagamento… Não existe um meio termo? 😉

Sabe aquelas coisas ridículas, que você acha que nunca vai acontecer com você? Pois é…

Segundona, feriado, fui visitar uma amiga. Um monte de crianças correndo para todos os lados, fomos brincar no parquinho e voltamos umas duas horas depois. Obviamente, eu estava super apertada para ir no banheiro e fui correndo.

Fiz o que tinha que fazer (número 1, pra quem pensou em perguntar) e no momento crucial levantar-virar-subir-o-zíper aconteceu o inesperado: meu celular se projetou para fora do bolso e mergulhou na privada.

Sim…Você acha que nunca vai acontecer com você de tão bobo que é, não toma cuidado e quando menos espera, voilá!

O celular deu um mergulho digno de olimpíadas. Mergulhou, voltou, mergulhou de novo e parou, na privada cheia de xixi (sim…eu ainda não tinha dado a descarga). Minha primeira reação foi: preciso tirar ele da água agora! Enfiei a mão e tirei ele de dentro – eca!!!! Lavei a mão na pia, lavei ele na pia e fui correndo pra cozinha.

Lavei a mão de novo, lavei ele de novo e pedi pra Amanda um punhado de arroz. Um punhado não…Dava pra fazer arroz pra umas dez pessoas. Coloquei dentro de um saquinho e esperei. Quando vi o celular a última vez antes de fechar o saquinho, ainda estava funcionando (milagre???).

Deixei ele lá, quietinho. Nada de ver emails, twittar…Vamos esperar o arroz absorver a água e vai dar tudo certo.

Ridículo foi ir embora com a bolsa numa mão e o saquinho de arroz na outra. 🙂

Eis que no caminho de casa ele não estava mais funcionando. Cheguei em casa, tirei bateria, capinha, sim card, sd card, coloquei o celular e o arroz num pote e vim pra internet.

Eis (2) que não basta estar com o arroz em volta do celular todo. Ele precisa estar num pote herméticamente fechado. Você sabia disso? Nem eu….Salve o Ziploc!

Meu celular agora é um saquinho de arroz. Vamos esperar e torcer para que o melhor aconteça. (Se o melhor for eu trocar o meu ceular por um iPhone 4 juro que não vou me importar. Ahahahaha)

Fiquem atentas e tomem cuidado. Você nunca sabe quando o ridículo pode bater na sua porta!

Eu fui arrebatada pela gripe.

Esperei melhorar para voltar a postar porque nem isso eu estava conseguindo fazer…Ela chegou feito um caminhão que te atropela, sabe? E pra piorar ainda fiquei com um gatinho arranhando minha garganta.

Para situações gripais temos um pequeno arsenal em casa e tomamos o nosso coquetel Molotov gripal: Tylenol Sinus + Resfenol. Também tem loratadina, tem mais um monte de remédio que sei que ajuda mas não sei o nome.

O Tylenol Sinus é o segredo dos Deuses…Sempre comprávamos quando íamos para os EUA. Pedíamos encomendas, fazíamos estoque, mas agora ele vende no Brasil. Ou seja: abusamos dele (ontem mesmo descobri que já existe até genérico!!!)

O Resfenol entra no coquetel só pra reforçar que a gente quer que a gripe vá embora o quanto antes… Mas e o gatinho?

Nada pior no mundo do que a garganta arranhando…E pra isso tenho um Santo Remédio guardado: Pei Pa Koa.

Sim…é chinês. Um Xarope estranho, com um milhão de coisas dentro que eu prefiro nem saber quais são, mas que ajuda e muito o gatinho a ir embora. 🙂  A Mamuska sempre tinha em casa e logo que casei corri na liberdade para comprar e ter um também. Nunca precisei dele até semana passada… Tomava uma colherada antes de dormir e uma ao acordar…E na primeira noite da gripe tomei no meio da noite, fugindo às regras da bula, mas é que o Gatinho estava atacado. Em 2 dias ele foi embora e não voltou mais.

Engraçado que foi a primeira vez que li a bula e achei muito boa (por isso a imagem está aí em baixo).

Pei Pa Koa


Pei Pa Koa

Sim. Hoje o post é pra falar de um casal que não sou eu + maridão, mas que alegrou minha semana inteira já nesta segunda-feira.

Conheci o Diogo no Twitter, na correria de compra de ingressos pro show da Dave Matthews Band no Brasil (que aconteceu em outubro).

Ficamos amigos e a Aninha (a noiva) começou a visitar o blog. Ou seja: ficamos amigas! Entre tweets e dicas, nos encontramos pessoalmente na porta do hotel da DMB em São Paulo, na louca busca por autógrafos da banda. O maridão e o Diogo (o noivo) queriam seus respectivos violões autografados pelo Dave.

Enfim…A Aninha e o Diogo são daqueles casais fofos que combinam, sabe? Eles vão casar dia 11/12 e eu estou acompanhando tudo pelo Tumblr deles. Já tinha visto o post da lista de presentes e fiquei coçando o dedo pra comprar, porque gosto muito deles – mas não comprei pra não parecer enxerida.

Hoje de manhã o Diogo nos convidou para o casamento. Foi uma surpresa e estou super feliz! 🙂 O mais legal é acompanhar toda a preparação dos dois e poder ver tudo de pertinho.

Obviamente que, no mesmo momento, me senti “livre” para comprar o presentinho. Adorei a compra e fiz um recadinho especial que os noivos só vão descobrir depois que receberem. (Essa é a parte mais legal dos presentes… :))

Ver casais felizes e na correria do casamento me dá saudades da época em que eu estava arrumando as coisas pro meu… Acho que se eu pudesse eu casava todo ano (com direito a vestido, bolo e buquê).

Olha a Ana e o Diogo no noivado e com o Dave:

Quem sou eu?


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