You are currently browsing the monthly archive for dezembro 2010.

Eu não sou muito fã de côco porque acho que tudo que tem muito fiapo é ruim.

Não gosto de beijinho, de maria mole com côco ralado, de doces com côco e odiei que a Kibon mudou o sorvete de côco para “côco com pedaços” (leia-se fiapos).

Mas…Eu gosto de cocada. Uma cocada específicamente (não todas). Quem apresentou “A” cocada para a família foi o Tio Paulo, irmão do Tio Fernando.

Num almoço de aniversário da esposa dele, lá estavam 3 bandejas de cocada fresquinha. Como eu adoro doce queimado e vi que a cocada tinha umas pontinhas queimadinhas, resolvi experimentar. Peguei meia, depois peguei a outra metade e ainda acabei comendo mais duas.

Me surpeendi com a cocada. Ela é, tipo assim, inexplicavél. Crocante por fora e molinha por dentro. Com partes queimadinhas e ainda um pedação de côco no meio…Perfeita!

Quando voltamos da lua-de-mel, voltei com desejo de comer a cocada. Todo mundo achou que eu estava grávida. Ahahahaha. Queria tanto que fomos buscar a bendita cocada.

O único problema é onde ela é feita! Ela é de uma cidadezinha micro no interior de SP, perto de Itú, chamada Elias Fausto.

Olha…Vou dizer que vale à pena a viagem, viu? As fotinhos são só pra deixar vocês com água na boca.

E se um dia você for até Elias Fausto, vale à pena ir na padaria para comer… É na Padaria central, pertinho da praça (acho que toda cidade de interior só tem uma praça, né?) 🙂

O ano novo está chegando e com ele uma boa oportunidade de a gente corrigir alguns errinhos, né? Confesso que eu cometo vários errinhos no dia a dia de dona de casa, mas com esta ajudinha da Fabi, do Espaço das Moçoilas, vou conseguir corrigir algumas!

Lavar roupas foi uma das principais tarefas que tive que aprender quando casei. Cada um tem o seu jeito, cada um usa um produto e no meio do turbilhão de dicas e palpites eu acabei achando o meu jeito, com a ajuda da minha super-máquina-lava-e-seca e estou me virando bem.

Mas confesso que as etiquetas das roupas ainda são um enigma…Ou melhor. Eram! (Na verdade, vão continuar sendo porque eu arranco a maioria delas.Vamos combinar que etiqueta coçando ninguém merece?). Ainda assim, pras roupas que conseguem manter a etiqueta, aquele monte de desenho não quer dizer nada pra mim. E foi aí que a Fabi foi genial com um post fofo e o quadro abaixo.

Enjoy!

Eu sou uma pessoa desastrada por natureza. Posso dizer que sempre tem alguma parte do meu corpo roxa (tenho um imã que liga minha perna à quinas de mesa, por exemplo). Como sou branquinha (leia-se semi-transparente) a coisa fica bem feia, mas com o tempo e Hirudoid passa.

Outro dom é o de me cortar com folha de papel. Trabalho com revistas e sempre tem alguma pela minha mesa. Ou seja: já estou acostumada mas, ainda assim dói pra caramba.

Desastrada que sou, resolvi ir lavar louças no sábado, enquanto o maridão tomava banho. Lavar louça com uma pia pequenininha é uma arte e, se vocês tem pia pequena em casa, devem saber do que eu estou falando. O primeiro passo é sempre tirar tudo de dentro da pia, para conseguir enxaguar a louça direitinho, né?

Fui lavando tudo que tinha e deixando as taças de cerveja por último. Sim…taças lindas e novinhas da Bohemia que ganhamos da Cunha Thá. Elas são de cristal e bem delicadas, o que diz que havia uma grande chance de algo dar errado. E deu.

Foi tudo tão rápido, mas parece que demorou 15 minutos. Segurei a taça firme com uma mão, dobrei a esponja no meio, coloquei na boca da taça e girei, como eu sempre faço. Quase no primeiro toque da esponja na taça ela se desfez na minha mão. O problema é que meu dedo foi automaticamente atraído para o caco de vidro mais próximo.

Ou seja: hospital, fila e um ponto falso na mão. 😦 Também ganhei um vale “Lave a louça para Ela” da minha sogra (falando com o maridão no telefone), mas o maridão nem precisou lavar.

O dedo tá aqui, inteiro, mas ainda dói. Os pontos já cairam e eu, “de minha parte”, não chego tão perto assim da taça da Bohemia de novo. 🙂

Sobrou pra você, Maridão!

Feliz Natal!!!! Ho ho ho!

🙂

Eu não sou um gênio na cozinha, mas às vezes eu decido me aventurar.

Estava um dia, do ano passado, vendo Ana Maria Braga antes de vir pro trabalho (sim…Eu vejo de vez em quando) e vi ela fazendo esta receita. Eu, apaixonada por cookies que sou, decidi arriscar.

Fiz uma vez na casa dos meus pais e eles acabaram em 2 dias. Resolvi fazer pra minha equipe do trabalho como um presentinho de fim de ano e foi um sucesso. Tinha feito cookies pequenininhos e distribuí em saquinhos.

Este ano fiz de novo, mas fiz cookies maiores, com pedaços de chocolate ainda maiores. Eles ficaram melhores ainda, modéstia à parte. Você pode fazer e aposto que vai ficar gostoso. 🙂

Ah. Eu não coloco nozes. Deixo só com chocolate mesmo!

Ingredientes

– 2 xícaras (chá) de manteiga

– 2 xícaras (chá) de açúcar

– 2 xícaras (chá) de açúcar mascavo

– 4 ovos

– 2 colheres (sopa) de baunilha

– 4 xícaras (chá) de farinha de trigo

– 5 xícaras (chá) de aveia liquidificada (meça a aveia e depois liquidifique até convertê-la em pó)

– 1 colher (café) de sal

– 2 colheres (sopa) de fermento em pó

– 2 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio

– 3 xícaras (chá) de nozes picadas

– 1 kg de chocolate meio amargo em cubos pequenos

Modo de Preparo

1- Numa batedeira coloque 2 xícaras (chá) de manteiga, 2 xícaras (chá) de açúcar, 2 xícaras (chá) de açúcar mascavo e bata até formar um creme. Adicione 4 ovos, 2 colheres (sopa) de baunilha e bata bem. Desligue a batedeira e transfira a mistura para uma tigela grande.

2 – Junte 4 xícaras (chá) de farinha de trigo e misture bem com o auxílio de um batedor de arame. Acrescente 5 xícaras (chá) de aveia liquidificada (meça a aveia e depois liquidifique até convertê-la em pó), 1 colher (café) de sal, 2 colheres (sopa) de fermento em pó, 2 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio e misture bem. Agregue 3 xícaras (chá) de nozes picadas e 1 kg de chocolate meio amargo em cubos pequenos até formar uma massa.

3 – Com as mãos faça pequenas bolinhas do tamanho de 1 colher de sopa (ou não. ehehehe) e vá arrumando as bolinhas numa forma distante 5 cm umas das outras. Leve ao forno pré-aquecido a 200 graus por 10 minutos. (elas vão se expandir no forno e ficar com formato de bolacha ou cookies).

 :)

Pois é. 2010 mal começou e já estamos no Natal. Confesso que este ano eu não animei muito para montar a árvore de Natal não, mas o maridão fez questão.

Como nosso apartamento é pequenininho, a árvore está proporcional ao apartamento. Quando comprei ela no ano passado o maridão assustou – isso porque ela liga na tomada e as folhas ficam mudando de cor. Não…Não todas as folhas. Algumas folhas mais na pontinha, sabe? (Ela é Made in Etna, então vocês já devem ter visto do mesmo modelo por aí). Montamos ela mas sem ligar na tomada. Segundo o maridão, vamos ligar só no dia 24 mesmo, pro Papai Noel não esquecer da gente. 🙂

Comprei muuuuuitos enfeites (exagerei mesmo) e na hora de montar quebrei a cara, porque alguns eram tão pesados que quase faziam a árvore tombar. Acabamos ficando com os mais legais nela. Segundo minha Sogra, todo ano temos que colocar 3 enfeites novos na árvore, que representam os três Reis Magos. Sendo assim, este ano ela ganhou três presentinhos bem pequenininhos (pra ornar e não tombar) e uma estrelinha.

Ficou fofa e resolvi mudar este ano e colocá-la na nossa super nova prateleira (que eu falei neste post aqui).

Eu gostei! E vocês?

Pois é, gente! Mal comecei e este é o post #100 do blog já.

Para comemorar, resolvi fazer um ranking dos posts mais vistos desde que comecei por aqui e aproveitar para agradecer as visitas, comentários e emails que recebo! Adoro!

Enjoy!

 

Geladeira Antiga: o meu xodó!
Quem sou eu?
Despedida de Solteira
Tatu Bola
Lembrancinhas
Chá Bar
Flores no Cabelo
Fotos, Fotos, Fotos.
Com que roupa eu vou?
Tattoo
A Igreja: Cruz Torta
Receita: Ervilha Sautée
Porque casar é uma aventura?
Não basta ser esposa, tem que participar!
Paulista
Meu Dia da Noiva
Uma mulher e seus sapatos – By Zuma, o Marido
Igreja Cruz Torta
Receitinha: Risoto de Brie com Abobrinha
Bodas de Papel & Camicado

Há duas semanas eu e o maridão saímos em busca de um controle de PS3 para ele poder jogar, acelerar e ganhar mooooito no seu novo joguinho de Fórmula 1.

Em menos de 2 semanas o controle começou a ficar doidão e quebrou. Ligamos na loja que compramos e nos mandaram encaminhar à assistência técnica.

Pois bem…Quem me conhece sabe que sou “estremeliquenta” demais e preciso fazer as coisas com a menor chance de erro possível. Cheguei no trabalho hoje, embrulhei a caixa do produto, fiz uma cartinha, anexei documentos que precisava e fiz um envelopão para grudar na caixa com o endereço de onde deveria ser entregue pelo motoboy. Como já estou rata no processo, montei um protocolo, com uma cartinha igual à que enviei à assistência e pedi para o boy protocolar na assistência – assim não tem como negar que não recebeu.

Dei todas as instruções pro moço e “vamo que vamo”.

Acabei de receber a ligação que o meu protocolo estava assinado. Quando bati o olho achei estranho: “Ué…O nome da pessoa da assistência é o mesmo do meu porteiro”. Pois bem. No protocolo, vulgo cópia da carta para a assistência, tinha o endereço em que a assistência teria que retornar o produto depois de arrumado. 1+1=2? Sim. O moço entregou a caixa na portaria de casa!!!!

Voltei lá, o moço riu e pediu desculpas. Vai arrumar tudinho e amanhã cedo o controle estará na assistência. Quem se deu mal nesta foi o maridão, que vai passar mais alguns dias sem arrepiar na Fórmula 1. 🙂

Quando casamos passamos por um momento difícil na hora de fazer as malas. Para as mulheres então, este momento é ainda pior. E se eu quiser usar aquela calça jeans que ficou e ela estiver “na casa da minha mãe” e não em casa?

Eu comecei esta etapa do processo antes. Separei no armário as coisas que iam e as que ficavam. Acho que passei um mês só usando o que ficava, pra não sentir saudades. Chegou o final de semana antes do casório oficial, fizemos as malas (depois do almoço para comemorar o casório no cartório) e lá fomos nós, pro apartamento, com o carro cheio para começar a arrumar as coisas.

Olhamos para todos os armários e fizemos uma “semi” divisão que dura até hoje (obviamente que eu fiquei com muito mais espaço do que o maridão) e começamos a guardar as coisas. Não preciso dizer que o armário lotou em 5 minutos, né? Então, com todos os armários lotados, vamos para a Lua-de-Mel e trazemos mais coisas para rechear a casa (não dá pra resistir à tentação de relaxar do estresse do casamento fazendo compras, poxa).

Mas nos últimos dois finais de semana eu me toquei que isso não acaba nunca. Vou pra casa dos meus pais no Interior e trago alguns sapatos, passo na cada deles em SP e levo algumas bolsas, vou arrumar minhas tranqueiras no meu ex-quarto e loto uma sacola com coisinhas miúdas que quero comigo. Às vezes eu também levo umas coisas, mas já estou sem espaço em casa (e comecei a guardar alguns sapatos no baú em baixo da cama), mas é irresistível… Será que isso não acaba nunca?

Outro dia eu estava no meio de uma reunião quando o celular tocou. Era o maridão e havia um tom de urgência na voz dele, mas falei que ligava de volta depois. Passei a reunião toda matutando o que seria tão importante. Afinal, ele estava de férias em casa e alguma “coisa” poderia ter acontecido. Quando saí da reunião e liguei pra ele, ele estava re-vol-ta-do!

Era uma quinta-feira e estava um calor insuportável em SP. Ele saiu para ir ao dentista, nosso padrinho de casamento Dr André Pincelli (viva o jabá!), e voltou para casa pensando em chegar e tomar uma cerveja gelada. Mas não era só uma cerveja gelada. Era a última cerveja gelada da geladeira.

Na hora que ele começou a contar eu já sabia o que tinha acontecido. Me lembrei de ter visto de manhã que só tinha aquela cerveja ali, sozinha, e que o maridão ia ter que colocar mais se quisesse beber mais do que uma cerveja. Ele foi contando e eu não acreditei. Ele estava furioso! Chegou em casa do dentista, abriu a geladeira e cadê? Cadê a cerveja?

Quinta é o dia que a diarista vai em casa. Ou seja: cerveja!!!! Ela tinha tomado a cerveja do maridão e ele tinha todo o direito de estar revoltado. Mas  a revolta tem quê de indignação. Como ela pode pegar a cerveja? E ainda por cima a última gelada? E ainda não colocar nenhuma no lugar?

 

Ela foi meio burrinha! Tinha cerveja quente e ela nem se deu o trabalho de colocar na geladeira. Se tivesse colocado, talvez ele nem tivesse percebido. Enfim, no próximo dia que ela foi em casa o maridão a chamou para conversar. Eu fiquei quietinha, ouvindo tudo. E não é que a moça ainda falou pra ele: “Tomei sim…Eu estava com vontade, ué”.

Dá pra acreditar?

Quem sou eu?


aventurasdecasada@gmail.com

Se cadastre para receber as atualizações do blog por email! ;)

Junte-se a 57 outros seguidores