Eu não sou muito fã de côco porque acho que tudo que tem muito fiapo é ruim.

Não gosto de beijinho, de maria mole com côco ralado, de doces com côco e odiei que a Kibon mudou o sorvete de côco para “côco com pedaços” (leia-se fiapos).

Mas…Eu gosto de cocada. Uma cocada específicamente (não todas). Quem apresentou “A” cocada para a família foi o Tio Paulo, irmão do Tio Fernando.

Num almoço de aniversário da esposa dele, lá estavam 3 bandejas de cocada fresquinha. Como eu adoro doce queimado e vi que a cocada tinha umas pontinhas queimadinhas, resolvi experimentar. Peguei meia, depois peguei a outra metade e ainda acabei comendo mais duas.

Me surpeendi com a cocada. Ela é, tipo assim, inexplicavél. Crocante por fora e molinha por dentro. Com partes queimadinhas e ainda um pedação de côco no meio…Perfeita!

Quando voltamos da lua-de-mel, voltei com desejo de comer a cocada. Todo mundo achou que eu estava grávida. Ahahahaha. Queria tanto que fomos buscar a bendita cocada.

O único problema é onde ela é feita! Ela é de uma cidadezinha micro no interior de SP, perto de Itú, chamada Elias Fausto.

Olha…Vou dizer que vale à pena a viagem, viu? As fotinhos são só pra deixar vocês com água na boca.

E se um dia você for até Elias Fausto, vale à pena ir na padaria para comer… É na Padaria central, pertinho da praça (acho que toda cidade de interior só tem uma praça, né?) 🙂

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