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Relâmpago

Sim….Anda chovendo pra caramba aqui em São Paulo. Com as chuvas vem os raios, relâmpagos e os roteadores queimados.

Cheguei em casa, acessei meus emails numa boa, saímos comer pra comemorar o Valentine´s Day. No meio do jantar a luz piscou duas vezes…Super romântico pra um jantar de semi Dia dos Namorados, mas…. Foi daquelas piscadas bem fortes (do tipo que aciona a luz de emergência do restaurante, sabe?). Como o restaurante é do lado de casa, eu e o maridão nos olhamos com a suspeita de termos que subir os andares do prédio pela escada para chegar até o apê.

Com uma chuva torrencial lá fora, esperamos mais um pouquinho e partimos, correndo na chuva. Quando chegamos no apê, a luz já tinha voltado. Eu, obviamente, quis ir pelo elevador. O Maridão ficou desconfiado mais foi e ainda me ameaçou na subida: “Se ficarmos parados aqui, a culpa será todinha sua, tá entendendo?”. Só respirou aliviado depois que a porta do elevador abriu.

Chegamos de novo em casa, BBB quase no ar (sim, BBB – todo mundo tem seus defeitos), e o maridão precisava mandar um email. Ooops. Cadê a internet wi-fi? Pois bem…Nosso roteador é daqueles bem bons, mas não resistiu. Ou seja: voltamos para a era da Internet com cabo plugado no computador – o que não é nada legal se você tem um laptop em casa.

Por esta e outras, vou sumir um pouquinho e voltar a postar assim que der e o Wi-fi permitir. Se vocês sentirem minha falta, culpem São Pedro. 🙂

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Morar em sociedade (leia-se apartamentos e condomínios) exige que você saiba viver muito bem em sociedade, né? Principalmente nos condomínios, onde existem regras, e elas devem ser respeitadas.

No nosso condomínio, por exemplo, só pode fazer barulho ou receber prestador de serviço de segunda à sexta, das 9 às 17. Ou seja: se você trabalha você não pode ter quadros na parede, prateleiras ou consertar alguma coisa com equipamentos um pouco mais elaborados. Sendo assim, sempre fugimos um pouquinho (do trabalho), pra conseguir fazer as coisas acontecerem. Ou tiramos férias, como eu fiz na época da reforma.

Acontece que estes dias aconteceu algo engraçado (pra não dizer que foi uma “puta falta de sacanagem”): Às 9:57 do sábado acordamos ao som de algo que parecia que ia demolir nosso prédio. Era toc toc toc, frum frum frum, péim péim péim. Eu sou suuuuper chata pra barulho e o maridão me ensinou a não reclamar, por isso fiquei quietinha na minha. O maridão não aguentou: levantou e começou a caçar o barulho.

Descobrimos que o barulho era uma obra na garagem. O maridão ligou correndo pro porteiro pra mostrar que estávamos putos da vida e o porteiro (com a voz trêmula) falou: “Mas o síndico autorizou”. What????? E mais: ia rolar no sábado E no domingo!!!! Fala sério!!!

Ficamos putos…Como assim uma obra no final de semana sem nenhum aviso, nem nada? Mas como era o Síndico e, pelo prédio, podia (no sábado e podia no domingo também)? Sei que depois de uns 20 minutos a barulheira parou. Ficamos sabendo que uma das moradoras ligou pra portaria ameaçando chamar a polícia se o barulho não parasse. (Nesta hora aposto que o porteiro estava tremendo feito vara verde). 🙂

Como falei, sou bem reclamona mas o maridão tirou isso de mim. Quando morava com os meus pais eu reclamava direto de alguns vizinhos (e muitas vezes para eles diretamente. 🙂 ) . O primeiro porque ele tinha um fusca de 1900 e bolinha que ele teimava em querer “esquentar” o motor todos os dias as 6 da manhã de baixo da janela do meu quarto. E esquentar o motor para ir pra lugar nenhum!!! Era só pro carro pegar. Poxa! Vai esquentar o motor as 6 da tarde, meu senhor… O outro tinha uma moto ninja lindona…Acordei num sábado com o amigo lavando o motor da moto ninja na garagem. Só que depois que ele lavou ele precisou secar, e secar significa acelerar bem a moto com ela funcionando. Num sábado de manhã, as 9 da manhã, dentro da garagem. Já viu, né? Era um trio elétrico na janela do meu quarto, fazendo vrum vrum vrum.

Mas morar em casa é uma história diferente, né?  Dá até pra disfarçar alguns barulhos…Sorte do meu pai, que nunca reclamaram muito dos dele, porque ele ataca de faz-tudo sempre que sobra um tempo livre e fica só no toc toc toc, frum frum frum, péim péim péim. Já no apartamento, não é tão fácil assim. Já reclamaram no maridão tocando a Vuvuzela na Copa em um jogo as 4 da tarde! 🙂

E vocês? O que acham? Dependendo da situação devemos reclamar ou não?

Não tem jeito. O post com mais visitas aqui do Blog é o Geladeira Antiga: o meu xodó!

Eu já falei e repito: sinto orgulho todo dia quando entro em casa e vejo minha geladeira lindinha, paradinha e grandinha lá no meio da minha mini sala. 🙂

Como recebo muitos emails perguntando onde fiz a reforma da minha geladeira, resolvi fazer este post. Vi hoje no Marketing na Cozinha que a Brastemp está lançando uma linha retrô – Não são tão bonitas quanto as originais (na minha opinião), mas quebram o galho quando você não tem uma para reformar.

Só o preço que vai ser salgadinho: “Os lançamentos chegam às lojas em março e custarão, em média, R$ 4 mil, os fogões, e R$ 8 mil, os refrigeradores”.

Aproveitando o post, fiz a reforma da minha geladeira no Geladeiras Antigas mas vi hoje que o Vá de Vintage reforma e vende geladeiras antigas também!

O ano novo está chegando e com ele uma boa oportunidade de a gente corrigir alguns errinhos, né? Confesso que eu cometo vários errinhos no dia a dia de dona de casa, mas com esta ajudinha da Fabi, do Espaço das Moçoilas, vou conseguir corrigir algumas!

Lavar roupas foi uma das principais tarefas que tive que aprender quando casei. Cada um tem o seu jeito, cada um usa um produto e no meio do turbilhão de dicas e palpites eu acabei achando o meu jeito, com a ajuda da minha super-máquina-lava-e-seca e estou me virando bem.

Mas confesso que as etiquetas das roupas ainda são um enigma…Ou melhor. Eram! (Na verdade, vão continuar sendo porque eu arranco a maioria delas.Vamos combinar que etiqueta coçando ninguém merece?). Ainda assim, pras roupas que conseguem manter a etiqueta, aquele monte de desenho não quer dizer nada pra mim. E foi aí que a Fabi foi genial com um post fofo e o quadro abaixo.

Enjoy!

Eu sou uma pessoa desastrada por natureza. Posso dizer que sempre tem alguma parte do meu corpo roxa (tenho um imã que liga minha perna à quinas de mesa, por exemplo). Como sou branquinha (leia-se semi-transparente) a coisa fica bem feia, mas com o tempo e Hirudoid passa.

Outro dom é o de me cortar com folha de papel. Trabalho com revistas e sempre tem alguma pela minha mesa. Ou seja: já estou acostumada mas, ainda assim dói pra caramba.

Desastrada que sou, resolvi ir lavar louças no sábado, enquanto o maridão tomava banho. Lavar louça com uma pia pequenininha é uma arte e, se vocês tem pia pequena em casa, devem saber do que eu estou falando. O primeiro passo é sempre tirar tudo de dentro da pia, para conseguir enxaguar a louça direitinho, né?

Fui lavando tudo que tinha e deixando as taças de cerveja por último. Sim…taças lindas e novinhas da Bohemia que ganhamos da Cunha Thá. Elas são de cristal e bem delicadas, o que diz que havia uma grande chance de algo dar errado. E deu.

Foi tudo tão rápido, mas parece que demorou 15 minutos. Segurei a taça firme com uma mão, dobrei a esponja no meio, coloquei na boca da taça e girei, como eu sempre faço. Quase no primeiro toque da esponja na taça ela se desfez na minha mão. O problema é que meu dedo foi automaticamente atraído para o caco de vidro mais próximo.

Ou seja: hospital, fila e um ponto falso na mão. 😦 Também ganhei um vale “Lave a louça para Ela” da minha sogra (falando com o maridão no telefone), mas o maridão nem precisou lavar.

O dedo tá aqui, inteiro, mas ainda dói. Os pontos já cairam e eu, “de minha parte”, não chego tão perto assim da taça da Bohemia de novo. 🙂

Sobrou pra você, Maridão!

Pois é. 2010 mal começou e já estamos no Natal. Confesso que este ano eu não animei muito para montar a árvore de Natal não, mas o maridão fez questão.

Como nosso apartamento é pequenininho, a árvore está proporcional ao apartamento. Quando comprei ela no ano passado o maridão assustou – isso porque ela liga na tomada e as folhas ficam mudando de cor. Não…Não todas as folhas. Algumas folhas mais na pontinha, sabe? (Ela é Made in Etna, então vocês já devem ter visto do mesmo modelo por aí). Montamos ela mas sem ligar na tomada. Segundo o maridão, vamos ligar só no dia 24 mesmo, pro Papai Noel não esquecer da gente. 🙂

Comprei muuuuuitos enfeites (exagerei mesmo) e na hora de montar quebrei a cara, porque alguns eram tão pesados que quase faziam a árvore tombar. Acabamos ficando com os mais legais nela. Segundo minha Sogra, todo ano temos que colocar 3 enfeites novos na árvore, que representam os três Reis Magos. Sendo assim, este ano ela ganhou três presentinhos bem pequenininhos (pra ornar e não tombar) e uma estrelinha.

Ficou fofa e resolvi mudar este ano e colocá-la na nossa super nova prateleira (que eu falei neste post aqui).

Eu gostei! E vocês?

Quando casamos passamos por um momento difícil na hora de fazer as malas. Para as mulheres então, este momento é ainda pior. E se eu quiser usar aquela calça jeans que ficou e ela estiver “na casa da minha mãe” e não em casa?

Eu comecei esta etapa do processo antes. Separei no armário as coisas que iam e as que ficavam. Acho que passei um mês só usando o que ficava, pra não sentir saudades. Chegou o final de semana antes do casório oficial, fizemos as malas (depois do almoço para comemorar o casório no cartório) e lá fomos nós, pro apartamento, com o carro cheio para começar a arrumar as coisas.

Olhamos para todos os armários e fizemos uma “semi” divisão que dura até hoje (obviamente que eu fiquei com muito mais espaço do que o maridão) e começamos a guardar as coisas. Não preciso dizer que o armário lotou em 5 minutos, né? Então, com todos os armários lotados, vamos para a Lua-de-Mel e trazemos mais coisas para rechear a casa (não dá pra resistir à tentação de relaxar do estresse do casamento fazendo compras, poxa).

Mas nos últimos dois finais de semana eu me toquei que isso não acaba nunca. Vou pra casa dos meus pais no Interior e trago alguns sapatos, passo na cada deles em SP e levo algumas bolsas, vou arrumar minhas tranqueiras no meu ex-quarto e loto uma sacola com coisinhas miúdas que quero comigo. Às vezes eu também levo umas coisas, mas já estou sem espaço em casa (e comecei a guardar alguns sapatos no baú em baixo da cama), mas é irresistível… Será que isso não acaba nunca?

Sim…A reforma terminou há 1 mês já e as chuvas estão começando.

Ainda não passamos por nenhum perrengue com a varanda e pelo que parece deu tudo certo, mas ainda faltam chegar as super chuvas de verão pra gente tirar a prova.

Enquanto isso, eu fico aqui pensando: é engraçado como parece que a gente nunca tá feliz com o tempo, né? E São Pedro não dá muita força também…

Se estamos no inverno e está um puta frio, rezamos e imploramos para o verão chegar logo. Se estamos no meio do verão, com as chuvas nos pegando de surpresa a qualquer momento, reclamamos que o inverno é melhor porque não chove tanto e nem tem tanto alagamento… Não existe um meio termo? 😉

Eu sei, gente….colocar prateleiras na parede parece ser a coisa mais fácil do mundo, mas não é! Eu e o maridão estamos nessa árdua tarefa há alguns dias.

Você vai na loja, compra as prateleiras, volta pra casa achando que a coisa é fácil, simples e rápida e na hora de começar a fazer você dá com “os burros n’água”, como diria meu Vô Nato. São diversas etapas e nem todas elas ajudadas pelo fabricante/Etna.

Compramos duas prateleiras: uma de 1 metro e uma de 1,5 metros. Não eram exatamente da medida que queríamos, mas vão funcionar tão bem quanto. Aí olha pra parede, mede daqui, mede dali, marca a distância e vambora!

A de 1 metro veio bonitinha, com uma fitinha sulfite dobrada do tamanho da prateleira. Tinha o manual de como instalar e o molde para os furos. Ou seja: pá pum. Pegou, mediu, nivelou, marcou, furou. Pronto! O problema acabou.

A de 1,5 metros veio sem o molde. E aí começou o problema. Ao invés de 2 barras de suporte, como a de 1 metro, ela tem 3. Sem molde fica muito difícil, concordam? Sem molde + sem a ajuda da esposa + 3 barras de suporte, fica mais ainda. No meio da perfuração paredística tive que vir correndo pro trabalho (estava semi atrasada e tinha uma reunião).  Ou seja: o maridão fez sozinho.

Confesso que quando cheguei em casa à noite achei que tava meio estranho as três barras de suporte na parede, mas tudo bem. Pensei: “Vamos esperar o maridão chegar, fazemos junto e vai dar tudo certo”. Ou não.

Colocamos a prateleira no lugar e ela ficou tortinha, mas dava pra aguentar daquele jeito. Colocamos a TV em baixo e foi impossível conter a risada. Tava completamente torta.

Passamos o sábado à tarde dando um jeito na prateleira. Medimos tudo de novo, marcamos e nivelamos para ver se estava tudo direitinho. Tiramos o kit suporte + parafuso + bucha da parede para furar de novo e colocar no lugar certo. Pra dar mais emoção, quando as buchas sairam, trouxeram metade da parede junto. Sem problemas! Quem não tem massa corrida em casa? Tapamos os buraquinhos e estamos esperando secar para, aí quem sabe, conseguir colocar a bendita prateleira no lugar certo.

Aviso vocês quando der certo!

Ps: vale falar aqui que o nosso apê é antigo. Tem uns 30 anos e o teto do nosso apartamento é tortinho também. Ou seja: se compararmos a prateleira com o teto, tava lindo! 😉

Ps2: Temos também a tinta da parede pra pintar onde está a massa corrida, mas para quem não tem, nada que uma pilha de livros não faça por você, viu?

Pois é, gente. Eu tirei férias para acompanhar uma mini-reforma que precisávamos fazer no apê. Meus planos das férias estavam traçados: Segunda o pedreiro começa, termina na quinta, eu corro e faço um monte de coisa enquanto a casa está uma zona, arrumo tudo na sexta e parto pro Rio pro Show da DMB. Na segunda e terça eu passaria limpando o apartamento (Que férias, hein???)

Tudo lindo e planejado nos mínimos detalhes…Entre os “2 do’s” das férias estava preparar vários posts pro blog. E aí vocês me perguntam: Mas cadê??? Pois bem…Quase não consigo nem parar para respirar.

Tudo começou quando nossa máquina de lavar quebrou….Ficamos 2 semanas sem lavar roupa. Além disso, o Sr Pedreiro que deveria começar na segunda, só começou na quinta. Ou seja: de segunda a quarta eu lavei roupa (leia-se muuuuita roupa, cortinas, toalhas, roupa de cama, tudo atrasado de 2 semanas) e preparei o apê pra zona que iria começar…

A reforma é coisa pequena mas que tem uma quantidade de pó inversamente proporcional ao seu tamanho: GIGANTE!!! Nossa varanda estava alagando o apartamento. Tudo isso porque o piso que colocamos cobria o trilho da porta e não deixava a água escoar. Super simples: quebra aqui, cimenta ali, coloca o piso cá, pinta a parede acolá….Encapei tudo que era possível com lençóis, cobertores e forrei o chão com papelão de pintura…Mas o atraso do pedreiro mudou todos os planos.

Enquanto a casa estava de cabeça pro ar, ainda fomos em 2 shows da DMB…Mas isso é papo pra um próximo post!

Logo mais eu volto…Prometo!

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