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O ano novo está chegando e com ele uma boa oportunidade de a gente corrigir alguns errinhos, né? Confesso que eu cometo vários errinhos no dia a dia de dona de casa, mas com esta ajudinha da Fabi, do Espaço das Moçoilas, vou conseguir corrigir algumas!

Lavar roupas foi uma das principais tarefas que tive que aprender quando casei. Cada um tem o seu jeito, cada um usa um produto e no meio do turbilhão de dicas e palpites eu acabei achando o meu jeito, com a ajuda da minha super-máquina-lava-e-seca e estou me virando bem.

Mas confesso que as etiquetas das roupas ainda são um enigma…Ou melhor. Eram! (Na verdade, vão continuar sendo porque eu arranco a maioria delas.Vamos combinar que etiqueta coçando ninguém merece?). Ainda assim, pras roupas que conseguem manter a etiqueta, aquele monte de desenho não quer dizer nada pra mim. E foi aí que a Fabi foi genial com um post fofo e o quadro abaixo.

Enjoy!

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Quando casamos passamos por um momento difícil na hora de fazer as malas. Para as mulheres então, este momento é ainda pior. E se eu quiser usar aquela calça jeans que ficou e ela estiver “na casa da minha mãe” e não em casa?

Eu comecei esta etapa do processo antes. Separei no armário as coisas que iam e as que ficavam. Acho que passei um mês só usando o que ficava, pra não sentir saudades. Chegou o final de semana antes do casório oficial, fizemos as malas (depois do almoço para comemorar o casório no cartório) e lá fomos nós, pro apartamento, com o carro cheio para começar a arrumar as coisas.

Olhamos para todos os armários e fizemos uma “semi” divisão que dura até hoje (obviamente que eu fiquei com muito mais espaço do que o maridão) e começamos a guardar as coisas. Não preciso dizer que o armário lotou em 5 minutos, né? Então, com todos os armários lotados, vamos para a Lua-de-Mel e trazemos mais coisas para rechear a casa (não dá pra resistir à tentação de relaxar do estresse do casamento fazendo compras, poxa).

Mas nos últimos dois finais de semana eu me toquei que isso não acaba nunca. Vou pra casa dos meus pais no Interior e trago alguns sapatos, passo na cada deles em SP e levo algumas bolsas, vou arrumar minhas tranqueiras no meu ex-quarto e loto uma sacola com coisinhas miúdas que quero comigo. Às vezes eu também levo umas coisas, mas já estou sem espaço em casa (e comecei a guardar alguns sapatos no baú em baixo da cama), mas é irresistível… Será que isso não acaba nunca?

Juro que vi e não me aguentei….

Tem coisa mais difícil do que dobrar lençol com elástico??? Não! E pra quem não é coordenada, assim como eu, a tarefa fica ainda mais difícil. Eu sempre desisto no meio do caminho porque pra mim é algo humanamente impossível.

Mas hoje, paseando pelo Papo de Amélia, vi este vídeo. Confesso que não testei, mas a teoria é bem simples.

Conto pra vocês depois que eu testar a tática.

Pois é, gente…E com isso temos a tarefa mais árdua da vida de casada: achar alguém que te ajude no dia-a-dia e limpe a sua casinha do jeito que você faria se tivesse tempo (e disposição depois do trabalho).

Eu tô há tempos para escrever este post, mas não estou conseguindo. Ainda vou escrever o meu, prometo. Mas pra hoje temos uma super colaboração da Rê, minha amiga. Ela casou uns 2 meses antes de mim e do maridão, com o melhor amigo do maridão, Rodrigo.

Por diversas vezes ficamos sozinhas batendo papo enquanto os dois jogam playstation ou conversam de trabalho. E sempre ficamos futricando da vida de dona-de-casa. Por isso, ninguém melhor pra começar a colaborar no Blog do que ela.

Espero que vocês gostem! E pra vocês saberem quem é quem, fotinho!!!!

Maridão, Rê, Rô e eu!Maridão, Rê, Rô e Eu.

“Uma das tarefas mais árduas de pós-pronta-a-casa é achar alguém que irá limpa-lá e cuidar com o maior carinho tudo o que você escolheu e batalhou tanto pra conseguir.

Na minha terceira tentativa eu finalmente “achei” este alguém, mas antes vou contar um pouco das anteriores…

1º Tentativa

SUPER solicita…Um amorzinho, mas acho que nunca tinha colocado a mão na massa sem a supervisão de alguém. Ela foi uma indicação, mas nesta outra casa ela era faxineira e tinha uma empregada supervisionando tudo. Ela arrumava meu armário que dava gosto, tudo minuciosamente dobrado, separado lindo lindo, mas era só passar a mão em cima da geladeira, no batente, ou atrás de algo que a cena do crime estava logo ali. Ela também não tinha mais com quem deixar as crianças e não poderia mais vir durante a semana, o que me deixou aliviada pois não sabia como pedir para que ela não viesse mais.

2º Tentativa

Tratorzinho e reclamona. Ela limpava minha casa inteira e ainda passava roupa em 1 dia (depois de um mês reparei que a limpeza era só onde meus olhos alcançavam). No primeiro dia chegou falando: “Nossa, o ponto é longe né?!”, no mesmo dia: “Você falou que era só limpar…Eu não gosto de passar”. Bom, já percebi que ela ia pular fora logo mais, só que como foi indicação de alguém muito próximo ela pelo menos não me deixou na mão. Saiu com a desculpa que não tinha com quem deixar os filhos (Se você não tem com quem deixar seus filhos você tem 2 opções: 1 não procure por trabalho, 2: Não os tenha,  se não tem como sustentá-los – OBS: Peguei pesado aqui, mas é o que de veras penso!)

Neste ponto eu já não sabia mais o que fazer, tinha que arrumar a casa depois das 22 ou usar parte boa do meu findi pra fazer isso. Pedi indicação para todos, coloquei mensagem no facebook, mas pelo valor que tinha para oferecer e o quanto exigiria pela pessoa tava difícil.

Eu sou chata também…Acho que a pessoa tem que ficar no mínimo 8 horas no trabalho. Não me fale que alguém limpa tudo em menos tempo só 1 vez por semana.  Se acha que acabou tire as panelas do armário e limpe por dentro, limpe a geladeira, o ferro. Sempre tem algo pra fazer. Agora eu também tenho minhas recompensas, minhas roupas tem destino certo, assim como brindes e afins.

3º Tentativa

Ai apelei para mamãe: Mãe, pelo amor de Deus, deixa a moça-que-trabalha-ai-há-20anos vir uma vez por semana aqui em casa???? Vida resolvida!!!!!! Ela quebra umas coisinhas de vez em quando, mas limpa como NINGUÉM, arrasta tudo, tira tudo do lugar. Hoje mesmo entrei em casa e o sofá estava de pé na parede, tapete encostado do outro lado da sala, pano e aspirador rolando solto. Tudo tão cheiroso. Além de tudo, sei que é uma pessoa batalhadora, que criou os filhos extremamente bem e que confio demais. Sei que ela nunca vai ler isso, mas fica aqui o meu MUITO OBRIGADA por dar conta de uma dor de cabeça e tanto que tinha na minha vida. Importante dizer que tudo o que ela quebra ela compra igual, ou parecido e me devolve. Falo para ela não fazer isso, que eu não fico brava, mas ela é tão correta que diz que eu querendo ou não ela vai trazer.”

Estou semi-louca há duas semanas sem diarista. A nossa precisou se ausentar por duas semanas e desde então a casa está de pernas pro ar.

As pilhas de roupa limpa só aumentam (porque eu continuei lavando a roupa pelo menos), as louças não somem mais magicamente da pia e o meu fogão está bem sujinho, coitado. Confesso que, trabalhando e estudando, não consegui dar atenção nenhuma para a casa nestes 15 dias e literalmente fingi que a sujeira não estava ali. Exceto por duas coisinhas: pó e cabelos.

Como toda mulher sabe (e passa na pele) os cabelos caem horrores no inverno. Eu então, tenho certeza que vou ficar careca! Depois de tomar banho e secar o cabelo precisa rolar uma inspeção no banheiro para achar todos os cabelos e jogar no lixo – cabelo pela casa toda não rola, né?

E o pó….Eu não suporto pó e o maridão tem rinite. Ou seja: não da pra viver amigavelmente. Como moro perto de uma grande avenida, o pó é presença constante na nossa vida. Na primeira semana passei um pano pela casa, tirei o pó com o espanador e limpei o pó de baixo da cama. Na segunda semana tive uma super crise na coluna e não consegui fazer nadinha!

Mas durante estas duas semanas tive um melhor-amigo. Ele estava meio de lado, tristinho, porque no começo do casamento eu andava com ele pra cima e pra baixo e o maridão brigava. Mas nestas semanas ele retomou a posição de destaque na casa e no meu coração! 🙂

Meu super aspirador de pó portátil. Ele é flex e aspira até água!!!! Eu tenho que contar pra vocês que ele “é vida”, como diria o André, amigo do Maridão. Nestes últimos dias tenho andado pelo apartamento com ele debaixo do braço.

Você vê uma sujeirinha e pá – ela some em menos de 2 segundos. Você termina de secar o cabelo, passa ele no banheiro e adiós cabelos pelo chão. E tudo isso sem perder a classe! 🙂

Se você é dona de casa e ainda não tem um, recomendo que você corra até a loja mais próxima e compre agora mesmo o seu mais novo melhor amigo! Afinal, aspirador de pó é vida!!!

Ps: O meu, da fotinho aí em cima, é o Rápido Flex da Electrolux

Eu acho que um dos Top 5 “piores coisas do casamento” é lavar louça…Não que antes eu não fizesse, mas hoje se eu não fizer, a louça continua lá na pia.

Nós temos sim uma lava louça. Mas não gosto de colocar a louça lá e esperar “juntar” bastante para lavar. Por mais que eu coloque uma pré-lavagem, parece que fica com um cheiro estranho dentro da máquina. Ou seja: deixo tudo na pia para quando der vontade de lavar ou quando a empregada vier.

Pra piorar um pouquinho a pia de casa é pequenininha, apertada e não tem água aquecida – mas tem um super filtro que faz com que toda a água que saia dela seja potável. Ou seja: em dias de frio, como hoje, a pia é quase uma equilibrista. Tem tanta coisa dentro, mas tanta, que se bobear não dá nem pra ligar a torneira e pegar um copo d’água….

Hoje aconteceu meu primeiro acidente doméstico e, por causa dele, vou tentar ser breve pois estou digitando “catando milho”, se é que vocês me entendem.

O dia foi de escolhas ruins. Para começar usei um sapato novo que mastigou meu pé e para terminar queimei o dedão tirando a assadeira do forno.

O maridão foi no jogo do Santos (sim, de novo) e eu passei meia hora no disk cook tentando escolher o que comer. Quando descobri que era um absurdo de caro, desisti e fui fazer meu franguinho recheado e ervilhas. Tudo ia super bem até chegar a hora de tirar a assadeira do forno. Eu, burra, não achei a luvinha e fui me achando só com um pano de prato dobrado no meio.

Resultado: uma queimadura do tamanho de uma moeda de 10 centavos bem no meu dedão. Está latejando horrores e só quero ver até que horas vou aguentar ficar com o dedo no potinho com gelo.

Pelo menos meus potes estão tendo 1001 utilidades….

Até eu me casar eu adorava fazer mercado. Ia de vez em quando, dava uma olhadinha na seção de utilidades domésticas, comprava uma coisinha aqui e outra ali pro meu enxoval, comprava o que a Mamuska tinha pedido e saia feliz da vida.

Minha mãe, vulgo Mamuska,  que despertou este “gosto”…. o apelido dela em casa é “Meyre Mercado” – ela não pode ver um caixa que pega o carrinho, faz compritchas e entra logo na fila. 🙂

Desde que casei, segundo o maridão, eu virei a “Aninha Mercado”. (Sabe como é: filha de peixe, peixinha é!) Fato é que todo dia acaba algo em casa e você precisa daquilo pra viver. Sabonete, papel higiênico, sabão em pó, amaciante, alface, cerveja, carne e detergente.

E quando casei a parte legal de ir no mercado pra mim (que era fuçar, comprar coisinhas pra minha casinha que eu ainda não sabia como ia ser e ver as coisinhas novas) acabou. Hoje em dia é uma tortura!

Primeiro porque você gasta muuuuuuuito dinheiro, segundo porque quando você vai comprar produtos de limpeza você gasta muuuuuuuuuuuuuuuuuuito mais, terceiro porque é obrigação. Se você não for, ou você fica sem o que  precisa ou não lava a roupa ou a louça ou não tem jantar ou cerveja pro maridão.

Ando com um caderninho na bolsa e vou anotando tudo que eu preciso. Pelo menos uma vez por semana vou ao mercado. Não sou adepta da compra de mês…Pra mim não rola. Não tem jeito!

Já passei por experiências traumáticas no Extra do Jaguaré ou do Itaim, tendo que esperar uma senhora de uns 70 anos passar os 3 peixes gigantes e descongelando e 5 kilos de maçã que ela comprou na maior lerdeza do mundo, ou pegar uma compra de mês de uma família na minha frente que fez questão de pagar a compra toda (mais de R$200,00) de $50 em $50, cada vez em um cartão de crédito diferente.

Já tive a fase do desespero de recém casada de “o que vou fazer hoje quando as visitas forem em casa?’ e sair correndo pro mercado quando as visitas acabaram de chegar, já fugi na hora do almoço pra comprar coisas mega urgentes que eu nem precisava tanto assim, já tive a fase “luxo” de recém casada de fazer o Pão de Açucar online, mas desisti porque nunca tem tudo o que a gente precisa.

Acho que agora eu entrei no modo “avançado” de dona de casa. Não consigo mais pensar em ter que sair correndo por causa do amaciante ou do detergente – estou comprando tudo adiantado e em muitas unidades. Meu radar está ligado na despensa e no consumo da nossa diartista. Vejo um potinho com 1/4 usado e já anoto na lista, pra garantir que até me dar vontade ou eu ter chance de ir no mercado de novo este produto não vai acabar. Abro um snack ou salgadinho e já compro outro na próxima vez que eu for ao mercado.

Resultado? Acho que a minha despensa e meu freezer estão mais recheados do rocambole de vó. Produtos de limpeza caindo toda vez que abro o armário de limpeza, diversos salgadinhos e snacks estocados e carne e vegetais congelados pra dar e vender.

A única coisa que eu nunca vou conseguir estocar o suficiente é a cervejinha do maridão… 🙂

Eu amo potes. Potes pequenos, potes médios, potes grandes e potes gigantes. A gente nunca sabe quando vai precisar de um pote, né?

A pior coisa que tem é você precisar de um pote pequeno e não ter. Ter que guardar bastante comida em algum lugar e não caber no pote que você tem, enfim…

Bem antes de casar minha mãe me “iniciou” no mundo dos Tupperwares – os originais. Um mais lindo que o outro, um mais caro do que o outro (afinal, Tuppeware de verdade dura pra caramba e vale o investimento).

Casei com uns 20 Tupperwares diferentes pra “coleção”. Uns 20 dias antes do casamento fui na Etna com o maridão pra comprar algumas coisas que faltavam pra casa e vi um super kit de 20 potes, por R$19,90. Uma pe-chin-cha!!! No kit tinha até pote pra guardar uns 2 caroços de azeitona, juro.

Não dei bola pra cara feia do maridão (“Mais potes, Aninha????”) e comprei meus super potes. Com isso descobri que eu realmente era compulsiva por potes. Parecia criança em loja de brinquedo, sabe? Não aguentei chegar em casa e abri o pacotinho no carro mesmo pra ver como eles eram.

Depois que casei descobri que não basta termos potes de plástico. Os de vidro também são super necessários para você colocar direto no micro, por exemplo. Ou seja: Mais potes!

Hoje eu mal paro em casa, mal tenho lugar pra guardar tantos potes, mas eles estão lá, prontos para tudo o que eu quiser guardar! 😉 Acho que eu tô meio obcecada, não?

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