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O Maridão que me mostrou este conto. Confesso que bateu uma raivinha porque eu compro cerveja toda semana, porque eu não sou viciada em novela e eu comeria pizza de segunda numa boa! 🙂 Mas achei o conto realmente muito bom e resolvi postar. Melhor ainda é que ele é curtinho e fácil de ler. Quem escreveu foi o Fubim, amigo do maridão.

Enjoy e fiquem de olho nos maridões/namorados/etc.

“O Casamento” – Por Fábio Romeiro.

“Orgulhoso, Gilberto revezava o olhar entre seus três filhos sentados pela sua sala. Não conseguia esconder um sorriso de dever cumprido ao observá-los. Tinham se tornado jovens adultos de caráter, trabalhadores e principalmente, pessoas de bem. Era isso. Aos 56 anos, tinha a feliz certeza de ter colocado no mundo pessoas de bem.

Mas aquela reunião de família não era para lamber cria. Tinha um propósito claro, um mistério o qual os três filhos aguardavam ansiosamente sua revelação: um inusitado convite “para uma conversa” em plena terça a noite.

E seguido do tintilhar da xícara no pires, ele anunciou.

– Bom crianças. Vamos direto ao ponto: vou me casar.

Silêncio. Sobrancelhas franzidas. Primeiro a digerir a informação, o caçula Pedro Henrique expressou sua surpresa com o estalar dos ovos que pisava.

– Puxa pai… Que ótimo! Já faz tanto que você e a mãe se separaram mesmo. Acho legal mesmo, de verdade. Mas…

– Mas com quem?? Você nem namora pai! – como um vulcão, a pergunta irrompeu de uma perplexa Mariana, filha do meio.

Com um sorriso maroto, o primogênito Felipe completou, orgulhoso:

– É a tia Regina né pai? Sempre suspeitei do que vi em Ilha Bela aquela vez. Tinha 11 anos mas não esqueço! Sempre suspeitei, seu malandro…

Gilberto escutava seus filhos com um sorriso sereno. E sem tirá-lo do rosto, continuou:

– Vou me casar com o Carlão, meu amigo do clube.

O sorriso maroto de Felipe se transformou numa expressão de choque. Atônito, o queixo de Pedro Henrique desmanchou no seu peito, sem vida. Se descontasse os olhos arregalados e a cor branco-sulfite de seu rosto, seria possível dizer que Mari era a menos impressionada. E logo perguntou:

– Pai, você é viado?

O patriarca suspirou serenidade. Já esperava por tal fatídica pergunta. Respondeu com a tranquilidade de um Dalai Lama, certo de sua decisão.

– Não filha, não sou. Sou hétero, como sempre fui. – respirou fundo, e continuou. – Acontece que nos últimos anos vinha me sentindo muito sozinho. Essa casa grande, vocês seguindo suas vidas… E queria uma companheira.

– Companheira pai! Companheira! Não um tiozão do clube! – Pelo ângulo de arqueamento de suas sobrancelhas, Felipe entregava seu desespero.

Mas somente com o olhar, Gilberto pediu calma. Continuou:

– Mas a experiência que tive com sua mãe e todas que seguiram dela só me mostraram que a convivência com uma mulher é insustentável. Vocês me conhecem, sou engenheiro, racional em tudo. E salvo o fator “sexo” e “carinho”, meu casamento com o Carlão tem tudo pra dar certo.

Os três se entreolharam. Esperança de ser uma pegadinha. Ou uma piada besta de um pai que nunca foi de muita graça.

– Me escutem e verão como faz sentido. Casado com Carlão terei todas as vantagens de um matrimônio feliz. O que nunca tive com sua mãe ou mulher nenhuma na minha vida. Poderei deixar cuecas pela sala. Esquecer datas e a existência da TPM. Comer pizza com cerveja numa segunda por que é bom e meu colesterol respeita isso.

– Pai, você enlouqueceu! O que vão falar na família, no seu trabalho?

Gilberto se animou. As perguntas só lhe davam mais certeza da sua escolha.

– Vão falar que nunca estive tão sensato na minha vida! Você fala de trabalho. Pois então. Esses dias cheguei em casa bêbado, cantarolante e com um perfume doce na gola da camisa. Errei, confesso. Sabe o que o Carlão fez? Sabem??

– Não pai, não sei. – Desconsolado, o primogênito só respondia com as mãos no rosto.

– Ele simplesmente me olhou, sorriu e disse: “era boa?”. “ERA BOA?”. Nada de pratos voando, noites na dureza do sofá, nada!

– Mas pai, então você quer um amigo. É isso! Só um amigo, um roomate.

– Não Mari. Quero um esposo. Alguém para chamar de meu. Para me receber em casa depois de um dia cheio com uma long neck gelada e comentários pertinentes sobre a última rodada. Reclamações? Só sobre o frangueiro do goleiro.

A cada resposta, Gilberto se empolgava ainda mais com seu plano perfeito.

– A TV não conhecerá uma novela. Dane-se quem matou quem! Na nossa casa, a louça poderá sim repousar feliz na pia por uns dias. Meu carro não aparecerá ralado, não existirão cremes além do de barbear na pia. E por falar de pia e banheiro, a tampa estará sempre levantada. Sem broncas. Sem cobranças. Sem…

Pai! – o caçula perdera a paciência – Olha aqui. Se você não se descobriu gay, o que aliás aceitamos numa boa, você enlouqueceu. Ficou velho e maluco! Simples assim.

– Bom, pelo visto vocês não entenderam nada do que eu disse. E se não quiserem também, tudo bem.

Gilberto se levantou, entre orgulhoso e decidido.

– Eu vou embora. Podem ficar a vontade, a casa é de vocês. Mas eu tenho um compromisso. Combinamos há semanas de assistir a semi-final da Champions League e não posso me atrasar para o começo do jogo.”

🙂

Eu sou meio perdida…Ou melhor. Bem perdida. Quer dizer então que fazer uma sessão de fotos antes do casamento chama e-session? Porque o “e” se não é virtual? No meu entendimento este “e” vem antes das coisas virtuais…e-mail, e-commerce, e-mkt, e-etc…

Enfim. Eu não tive uma dessas. Até acho legal, mas faria se fosse só pra guardar pra mim e pro Maridão. Uma coisa mais nossa, sabe? Que até poderia ir no álbum depois, mas mais nossa. Não somos muito cheganos naquelas fotos do casal na festa (isso é uma coisa puramente nossa, nada conta quem faz, mas não queríamos para o nosso).

O que não esperávamos era toda a agilidade e pró-atividade do fotógrafo que contratamos. Casamos uma semana antes no cívil e estava todo mundo lá: família da noiva, família do noivo, um casal de amigos e um dos fotógrafos.

Não percebemos que algumas fotos que tiramos depois da cerimônia tinham uma alta probabilidade de serem photoshopadas e virarem um quadro nosso na porta do salão. Vocês imaginam a nossa cara quando chegamos lá e vimos? Quase caímos pra trás, mas demos risada no fim das contas.

Como nosso apê é pequenininho, não coube aqui. Mas tá bonitão (e photoshopado) no nosso quarto na casa dos meus pais. 🙂

 

 

Ai…Andei descobrindo uns blogs de casamento ótimos, graças à Nay e a Bibi do Papo de Noivas.

Um deles foi o Nerds in Love da Mahrcinha (achei o nome tão a minha cara!!! ahahaha). Recebi este post abaixo Há alguns dias por email. Não aguentei. Foi um Crtl C + Ctrl V à primeira vista. Copiei na caruda… São as melhores fotos de casamento de 2010. de acordo com o International Society of Professional Wedding Photographers.

Enjoy!

Detalhe: adoro os blogs que eu posso me inscrever, receber por email e não perder nadinha. Acho que recebo uns 15 emails de blogs por dia. Se você não quer peder nenhum post do aventuras, se increve aqui também na caixinha aqui da esquerda! 🙂

1. Marcin Rusinowski | 5czwartych | 5fourths Documentary Photojournalism | Warsaw, Poland Wedding Photographer

2. Britney Gardner | Turn Loose the Art | Huntington Beach, California Wedding Photographer

Ceremony

3. Christina Craft | FunkyTown Photography | Vancouver Wedding Photographer

First Dance

4. Cristina Lima | Cristina Lima Photography | Belo Horizonte, Brazil Wedding Photographer

Reception

5. David Wittig | David Wittig Photography | Chicago Wedding Photographer

Emotional Impact

6. Mark Ridout | Ridout Photography | Toronto Wedding Photographer

Humor

7. Jeremy Lucero | Lucero Photography | Fullerton, California Wedding Photographer

Kids Will Be Kids

8. Michal Warda | WhiteSmoke Studio | Warsaw, Poland Wedding Photographer

Family Love

9. Lilya Gorlanova | Liliya Gorlanova Photography | Moscow, Russia Wedding Photographer

The Decisive Moment

10. Abby Rosenbaum | Abby Rose Photo | Ann Arbor, Michigan Wedding Photographer

Bride Portrait

11. Fer Juaristi | ferjuaristi photographer | Monterrey, Mexico Wedding Photographer

Bride and Groom Portrait

12. Sergio | Sergio Photographer | Tucson, Arizona Wedding Photographer

Bridal Party Portrait

13. Mark Ridout | Ridout Photography | Toronto Wedding Photographer

Engagement Portrait

14. Benjamin Young III | Benjamin Young III Photography | Davao, Philippines Wedding Photographer

Venue/Location

15. F.C. Wong | F.C. Wong Photography | San Francisco Wedding Photographer

Framing the Subject

16. Jose Luis Guardia | Xpression International | Granada, Spain Wedding Photographer

Movement and Motion

17. Vagelis Giotopoulos | Giotopoulos | Preveza, Greece Wedding Photographer

All About Light

18. Fer Juaristi | ferjuaristi photographer | Monterrey, Mexico Wedding Photographer

Wedding Details

19. Lilya Gorlanova | Liliya Gorlanova Photography | Moscow, Russia Wedding Photographer

The Wedding Dress

20. Christina Craft | FunkyTown Photography | Vancouver Wedding Photographer

Pure Art

21. Christina Craft | FunkyTown Photography | Vancouver Wedding Photographer

GETTING READY

22. Radmila Ladyzhinskaya | Sunflowers Studios Photography | Brooklyn, New York Wedding Photographer

CEREMONY

23. Jose Luis Guardia | Xpression International | Granada, Spain Wedding Photographer

FIRST DANCE

24. Carolina Pires | Carolina Pires Fotografia | Rio de Janeiro, Brazil Wedding Photographer

RECEPTION

25. Morgan Lynn Razi | Morgan Lynn Photography | Houston, Texas Wedding Photographer

EMOTIONAL IMPACT

26. Debra Simpson | Simpson Photography | Sherborne, UK Wedding Photographer

HUMOR

27. David Murray | David Murray Weddings | Atlanta, Georgia Wedding Photographer

KIDS WILL BE KIDS

28. Edoardo Agresti | Edoardo Agresti Photographer[s] | Florence, Italy Wedding Photographer

FAMILY LOVE

29. Katherine Birkbeck | Katherine Birkbeck Photography | Knoxville, Tennessee Wedding Photographer

THE DECISIVE MOMENT

30. Erwin Darmali | Apertura – Erwin Darmali | Los Angeles Wedding Photographer

BRIDE PORTRAIT

31. Marco Miglianti | Marco Miglianti Photography | Tuscany, Italy Wedding Photographer

BRIDE AND GROOM PORTRAIT

32. Ryan Jones | RCJones Photography | Fresno, California Wedding Photographer

BRIDAL PARTY PORTRAIT

33. Aaron Willcox | Aaron Willcox Photography | San Diego Wedding Photographer

ENGAGEMENT PORTRAIT

34. Ron Storer | Ron Storer Photography | Seattle Wedding Photographer

VENUE/LOCATION

35. Christobal Perez | Azul Photography | Raleigh, North Carolina Wedding Photographer

FRAMING THE SUBJECT

36. Emin Kuliyev | Emin Wedding Photography | New York Wedding Photographer

MOVEMENT AND MOTION

37. Marcin Rusinowski | 5czwartych | 5fourths Documentary Photojournalism | Warsaw, Poland Wedding Photographer

ALL ABOUT LIGHT

38. Aaron Willcox | Aaron Willcox Photography | San Diego Wedding Photographer

WEDDING DETAILS

39. Christina Craft | FunkyTown Photography | Vancouver Wedding Photographer

THE WEDDING DRESS

40. Liliya Gorlanova | Liliya Gorlanova Photography | Moscow, Russia Wedding Photographer

PURE ART

41. Monika Wasylewska | Monika + Konrad Wasylewski – Glamour & Documentary | Valais, Switzerland Wedding Photographer

GETTING READY

42. Cristina Lima | Cristina Lima Photography | Belo Horizonte, Brazil Wedding Photographer

CEREMONY

43. Fernanda Petelinkar | Fernanda e Sharon – Fotografia de Casamento | São Paulo, Brazil Wedding Photographer

FIRST DANCE

44. Marcel Siegle | Marcel & Meher Siegle Photography | San Francisco, California Wedding Photographer

RECEPTION

45. Alexandre Borges | AleBorges Fotografia | São Paulo, Brazil Wedding Photographer

EMOTIONAL IMPACT

46. Marcin Labedzki | B&W Photography | Gdansk, Poland Wedding Photographer

HUMOR

47. Yvonne Zemke | Yvonne Zemke | Düsseldorf, Germany Wedding Photographer

KIDS WILL BE KIDS

48. Ray Soemarsono | Apertura – Ray Soemarsono | Los Angeles Wedding Photographer

FAMILY LOVE

49. Alexandre Borges | AleBorges Fotografia | São Paulo, Brazil Wedding Photographer

THE DECISIVE MOMENT

50. Scott Juarez | Scott and Tem Photography | Dallas Wedding Photographer

BRIDE PORTRAIT

51. Tatiana Garanina | Tatiana Garanina Photography | Moscow, Russia Wedding Photographer

BRIDE AND GROOM PORTRAIT

52. Daniel Aguilar | Daniel Aguilar Photographer | Monterrey, Mexico Wedding Photographer

BRIDAL PARTY PORTRAIT

53. Nancy Beale | David Wittig Photography | Chicago, Illinois Wedding Photographer

ENGAGEMENT PORTRAIT

54. Franco Milani | Franco Milani Photographer | Milan, Italy Wedding Photographer

VENUE/LOCATION

55. Marco Schwarz | Schwarzbild | Frankfurt Wedding Photographer

FRAMING THE SUBJECT

56. Doru Halip | Doru Halip Photography | Bucharest, Romania Wedding Photographer

MOVEMENT AND MOTION

57. Edoardo Agresti | Edoardo Agresti Photographer[s] | Florence, Italy Wedding Photographer

ALL ABOUT LIGHT

58. Melia Sorenson | Lucida Photography | Vancouver, British Columbia Wedding Photographer

WEDDING DETAILS

59. Astrid Garcia | Astrid and Rene Photography | Naples, Florida Wedding Photographer

THE WEDDING DRESS

60. Ben Godkin | Godkin Photo | Austin, Texas Wedding Photographer

PURE ART

61. Steven Young | STAK Photographer Duo | New York City Wedding Photographer

GETTING READY

62. Jenna Shouldice | Jenna & Tristan | Vancouver Wedding Photographer

CEREMONY

63. Alessandro Baglioni | Alessandro Baglioni Photographer | Firenze Wedding Photographer

FIRST DANCE

64. Fabricia Soares | Fabricia Soares Fotografia | Rio de Janeiro Wedding Photographer

RECEPTION

65. Roland Michels | Roland Michels | Hamburg Wedding Photographer

EMOTIONAL IMPACT

66. Christophe Viseux | Christophe Wedding Photo | Paris Wedding Photographer

HUMOR

67. Marco Schwarz | schwarzbild | Frankfurt Wedding Photographer

KIDS WILL BE KIDS

68. Olivia Brown | Olivia Brown Photographic | Toronto Wedding Photographer

FAMILY LOVE

69. Alexandre Borges | AleBorges Fotografia | São Paulo Wedding Photographer

THE DECISIVE MOMENT

70. Jeremy Foo | Red Co Photography | Singapore Wedding Photographer

BRIDE PORTRAIT

71. Marco Schwarz | schwarzbild | Frankfurt Wedding Photographer

BRIDE AND GROOM PORTRAIT

72. Igor Pavlov | Pavlov Studios | Kanata, Ontario Wedding Photographer

BRIDAL PARTY PORTRAIT

73. Liliya Gorlanova | Liliya Gorlanova | Moscow Wedding Photographer

ENGAGEMENT PORTRAIT

74. Marco Schwarz | schwarzbild | Frankfurt Wedding Photographer

VENUE/LOCATION

75. Yannic Schon | Paul liebt Paula | Berlin Wedding Photographer

FRAMING THE SUBJECT

76. Pablo López Ortiz | Pablo López Ortiz | Toledo, Spain Wedding Photographer

MOVEMENT AND MOTION

77. Jason Kaczorowski | Jason Kaczorowski Photography | Chicago Wedding Photographer

ALL ABOUT LIGHT

78. Julio Vasconcelos | Julio Vasconcelos – Studio Fotográfico | João Pessoa Wedding Photographer

WEDDING DETAILS

79. Juliana Pessoa | Juliana Pessoa Photography | Rio de Janeiro Wedding Photographer

THE WEDDING DRESS

80. David Josue | David Josue Photoboutique | Monterrey Wedding Photographer

PURE ART

Aproveite para ver todos os resultados dos ISPWP Wedding Contests.

Meu deus!!!

Eu juro que quando casei não sabia que aniversário de casamento se comemorava cada ano de um jeito. Achei que era tipo coisa de “firma” sabe, que comemora os funcionários com mais tempo de casa, de 10 em 10 anos?

Só sabia que as Bodas existiam pelas comemorações dos casais da família…Meus pais, meus avós, meus sogros. E as comemorações são sempre nos grandes marcos, né?

Até que fui pesquisar e achei a listinha abaixo. Resolvi fazer o post, porque achei engraçado…Fala sério, né? Bodas de vime? Bodas de Alexandrita? (O que é uma alexandrita? E um Crisopázio?) Bodas de erva? Nácar? Aventurina? Azeriche? Alabastro? Heliotrópio?

E tudo isso só porque olhei as 50 primeiras…Ainda tem mais 30 (a listinha vai até a comemoração de 80 anos).

Enjoy! 🙂

1 ano – bodas de papel

2 anos – bodas de algodão

3 anos – bodas de trigo ou couro

4 anos – bodas de flores e frutas ou cera

5 anos – bodas de madeira ou ferro

6 anos – bodas de perfume ou açúcar

7 anos – bodas de latão ou lã

8 anos – bodas de papoula ou barro

9 anos – bodas de cerâmica ou vime

10 anos – bodas de estanho ou zinco

11 anos – bodas de aço

12 anos – bodas de seda ou onix

13 anos – bodas de linho ou renda

14 anos – bodas de marfim

15 anos – bodas de cristal

16 anos – bodas de safira ou turmalina

17 anos – bodas de rosa

18 anos – bodas de turquesa

19 anos – bodas de cretone ou água marinha

20 anos – bodas de porcelana

21 anos – bodas de zircão

22 anos – bodas de louça

23 anos – bodas de palha

24 anos – bodas de opala

25 anos – bodas de prata

26 anos – bodas de alexandrita

27 anos – bodas de crisopázio

28 anos – bodas de hematita

29 anos – bodas de erva

30 anos – bodas de pérola

31 anos – bodas de nácar

32 anos – bodas de pinho

33 anos – bodas de crizo

34 anos – bodas de oliveira

35 anos – bodas de coral

36 anos – bodas de cedro

37 anos – bodas de aventurina

38 anos – bodas de carvalho

39 anos – bodas de mármore

40 anos – bodas de rubi ou esmeralda

41 anos – bodas de seda

42 anos – bodas de prata dourada

43 anos – bodas de azeriche

44 anos – bodas de carbonato

45 anos – bodas de platina ou safira

46 anos – bodas de alabastro

47 anos – bodas de jaspe

48 anos – bodas de granito

49 anos – bodas de heliotrópio

50 anos – bodas de ouro

51 anos – bodas de bronze

52 anos – bodas de argila

53 anos – bodas de antimônio

54 anos – bodas de níquel

55 anos – bodas de ametista

56 anos – bodas de malaquita

57 anos – bodas de lápis lazuli

58 anos – bodas de vidro

59 anos – bodas de cereja

60 anos – bodas de diamante ou jade

61 anos – bodas de cobre

62 anos – bodas de telurita

63 anos – bodas de sândalo

64 anos – bodas de fabulita

65 anos – bodas de ferro ou safira

66 anos – bodas de ébano

67 anos – bodas de neve

68 anos – bodas de chumbo

69 anos – bodas de mercúrio

70 anos – bodas de vinho

75 anos – bodas de brilhante ou alabastre

80 anos – bodas de nogueira ou carvalho

 

Ontem eu estava vendo umas fotos do casamento e vi de novo meu terço. Aí resolvi escrever sobre ele hoje.

Eu já falei aqui que não fui uma noiva normal. Uma das minhas escolhas foi de não usar véu e por isso inventei que queria alguma coisa diferente para ter comigo na hora de entrar na Igreja. Coloquei na cabeça que eu queria um terço e parti atrás dele.

Achei terços para aluguel (pela pechincha de R$1800), achei terços horrendos e achei terços lindos (como o meu, que eu amei).

Obviamente que a minha decisão veio em cima da hora, então eu não tinha muita escolha. No meio de Julho tinha uma daquelas feiras gigantescas de noivas no center norte. Saí um dia do trabalho, atravessei a cidade e (duas horas depois) cheguei na feira.

Juro que nem dei muita volta. Os estandes com os enfeites de cabelo estavam perto da porta de entrada…Vi os que mais gostei, perguntei o preço, dei uma volta e rezei pra achar o meu quando eu voltasse.

Comprei e fui pra casa. Quando o maridão me ligou naquele dia e perguntou onde eu tinha ido, eu desconversei. O tempo passou, e lá estava eu, entrando na Igreja.

Pega o buquê, segura, arruma o terço e vamo que vamo. Para mim, o terço tinha passado despercebido, mas quando entramos no carro depois da Igreja recebi um elogio na lata: O maridão tinha adorado! Disse que foi a primeira coisa que ele percebeu quando entrei – ele amou. (Já valeu as duas horas de trânsito e o preço. Ahahaha).

É um detalhe bobo, mas hoje tenho uma coisa que é minha, que esteve comigo no momento mais emocionante da minha vida, e que, por mais que seja uma bijuteria (mas isso não signifique que foi barata), é lindo e será passado para a minha filha quando ela casar, e para a minha neta e assim por diante.

Ah, Sim. Tem os brincos de pérola também…Mas estes serão presente da mãe da noiva para ela, assim como o meu foi presente da Mamuska.

Sim. Hoje o post é pra falar de um casal que não sou eu + maridão, mas que alegrou minha semana inteira já nesta segunda-feira.

Conheci o Diogo no Twitter, na correria de compra de ingressos pro show da Dave Matthews Band no Brasil (que aconteceu em outubro).

Ficamos amigos e a Aninha (a noiva) começou a visitar o blog. Ou seja: ficamos amigas! Entre tweets e dicas, nos encontramos pessoalmente na porta do hotel da DMB em São Paulo, na louca busca por autógrafos da banda. O maridão e o Diogo (o noivo) queriam seus respectivos violões autografados pelo Dave.

Enfim…A Aninha e o Diogo são daqueles casais fofos que combinam, sabe? Eles vão casar dia 11/12 e eu estou acompanhando tudo pelo Tumblr deles. Já tinha visto o post da lista de presentes e fiquei coçando o dedo pra comprar, porque gosto muito deles – mas não comprei pra não parecer enxerida.

Hoje de manhã o Diogo nos convidou para o casamento. Foi uma surpresa e estou super feliz! 🙂 O mais legal é acompanhar toda a preparação dos dois e poder ver tudo de pertinho.

Obviamente que, no mesmo momento, me senti “livre” para comprar o presentinho. Adorei a compra e fiz um recadinho especial que os noivos só vão descobrir depois que receberem. (Essa é a parte mais legal dos presentes… :))

Ver casais felizes e na correria do casamento me dá saudades da época em que eu estava arrumando as coisas pro meu… Acho que se eu pudesse eu casava todo ano (com direito a vestido, bolo e buquê).

Olha a Ana e o Diogo no noivado e com o Dave:

Eu sei…estou bem atrasada e prometi este post há meses, mas fato é que só tirei as fotos da máquina agora…

Casamos e fizemos uma de nossas listas de casamento na Camicado (já falei das listas por aqui). Achei fofo quando fizemos um ano de casados recebermos uma cartinha deles nos parabenizando pelas bodas de papel.

Olha que fofo. Diz assim:

“A palavra boda provém da palavra latina “bodum”, que significa promessa. Desta forma, quando se diz “Minha boda”, estamos dizendo “Minha Promessa”. Nesta data comemorem as bodas de papel, o primeiro aniversário deste voto tão especial. Nos sentimos felizes por fazer parte desta história. Parabéns. Renata Camicado”

Junto com o cartão veio uma florzinha FOFA de origami que está na geladeira…Não orna muito com as nossas decorações geladeirísticas, mas gostei tanto que não tirei. 😀

Sabe… Quando eu decidi casar, eu não queria casar na Igreja não, quem decidiu esta parte foi o maridão. Ele diz que queria me ver entrando na Igreja e eu topei. Mal sabíamos que seria mais “barato” e “fácil” casar no salão, mas isso é um post à parte…

Decidimos que mês queríamos casar e fomos atrás da Igreja – o contrário de muita gente que marca o dia de acordo com a disponibilidade da Igreja (sendo ela famosa ou não). Procuramos várias, pesquisamos o que podia e o que não podia, mas no fim das contas escolhemos (leia-se escolhi) por um simples motivo: não ter santos, imagens e nenhum rococó.

Eu acho lindo uma Igreja toda “ornamentada” e rústica, mas não é a minha cara e o meu estilo (dá para perceber pelo meu vestido de noiva, né?). Queria uma coisa clean, arejada e que coubesse todo mundo que tínhamos pra convidar. E não tive dúvidas na hora de escolher a Cruz Torta.

Minha Cunha Thá tinha casado lá e a Igreja já tinha passado no primeiro e mais importante teste: caber muita gente (muita gente mesmo). Ela não tinha nada de imagens e era clean e arejada. Bingo! Ainda tinha todos os horários disponíveis em um sábado de agosto pra gente escolher o que a gente queria! Just Perfect!

O que mais me encantou de todas as vezes que eu fui lá, é que a Cruz Torta não tinha um Cristo pregado na cruz. Era uma cruz de madeira linda de morrer, com uma “escultura” de arames, simbolizando o Cristo. Adorei! Clean e a minha cara!

Marcamos a data e começamos a correria pré-casamento.

Uma das etapas da correria pré-casamento é você ir assistir uns casamentos na Igreja que você escolheu. Ver os padres (caso você queira levar o seu, como foi o nosso caso), ver como são as cerimônias, prestar atenção nas músicas e corais, ver decoração, etc. E eu e o maridão passamos por isso também.

Era um calmo final de semana de Julho e nosso programa do Sàbado à noite era ir assistir casamentos. Juro que deviam ter mais uns 8 casais fazendo exatamente a mesma coisa.

Eis que, ao chegar na Igreja, eu tenho um baque!!! Lembra da Cruz que falei mais pra cima? Linda, simples e clean? Ela tinha sido trocada por um ANJO!!! Sim. Um Anjo. Para piorar, o anjo tinha uma bola de luzes pendurada no pé.

Juro que foi choque e desespero à primeira vista.

Eu não sabia o que fazer. Eu, e as outras noivas que se juntaram a mim no meu Big Day, conversamos com o decorador da Igreja. Ele disse que todos estavam reclamando do anjo mas que não sabia o que iria acontecer…

Eis que o dia do casamento chegou. Eu estava nervosa com tudo o que ele representava, mas desesperada para saber se aquele anjo continuava lá ou não. No meio do caminho para a Igreja me lembrei dele de novo e fiquei apavorada. Mas comecei a me conformar, já que eu não podia fazer nada à respeito.

Chegamos na Igreja, saltei do carro, tive problemas com a Lady Murphy e o meu vestido, fiquei pronta, agarrei o buquê e vamos lá! É hora de casar.

O Coral está cantando, a música sobre e fica mais alta e a sua hora chega. E quando a porta abre, tudo que você consegue pensar é: “Ufa! Trocaram a Cruz.” Ahahahaha

Brincadeiras à parte, olhei pro maridão, me emocionei (mas não chorei), meu coração se encheu de alegria e a segunda coisa que eu fiz foi checar a Cruz. 😀

Eu já casei, mas confesso que pra chegar lá eu usei um pouco do Santo Antonio.

Antes de começar a namorar ele ficou de ponta cabeça durante uns 2 anos. Quando eu desisti de judiar do Santo, e resolvi que não queria mais namorar, desvirei Santo Antonio. Em 2 semanas comecei a namorar o maridão! 😀

Hoje, passeando pelo Update or Die, vi este Santo Antonio e achei bem útil. Ele é de tecido, você coloca as fotinhos de cada uma das pessoas e pimba! Let the Magic Happen!

Gostei tanto que literalmente copiei o post, as imagens e o texto. 😉 Espero que vocês gostem!

“A designer Estéfi Machado, do Estúdio Toranja Rosa criou um Santo Antonio interativo em tecido. O produto faz parte de uma linha de simpatias interativas em tecido, batizada de Santa Simpatia, que sempre conta com alguma interação com o dono do Santo. Funciona assim: o Santo Antonio tem um menino jesus no colo, preso por velcro, para a interessada “sequestrar” o menino sem dó e guardar na gaveta e só devolver quando se casar. O santinho tb tem um ilhós na parte de baixo, para que se troque a fita de lugar e pendure a peça de cabeça para baixo. Além disso o Santo Antonio carrega no outro braço a “amarração” do amor, com 2 bolsinhos para que a pessoa coloque as fotos do casal. Divertido! Como diz o slogan da nova linha de produtos da artista, “não basta ter fé, tem que participar”.

Via Update or Die

A Lei de Murphy existe, e quando você acha que ela não vai “te pegar”é aí que ela te s urpreende.

Eu já falei sobre a escolha do meu vestido de noiva neste post aqui mas o que não falei foi do trabalho que ele me deu quando cheguei na Igreja.

Eu escolhi o vestido por causa do rabicó, delicadamente apelidado por mim de rabicó do Pato Donald. Amei o vestido em si, mas o rabicó dava um toque especial….Fofo, lindo e super prático – eu podia tirar ele na festa e o vestido continuaria lindo!

Quando comecei a me vestir em casa, conseguimos colocar o rabicó sem problema nenhum. As pessoas que estavam me ajudando desenvolveram uma técnica ótima com grampos de cabelo, e ele ficou no lugar certinho em menos de 5 segundos.

Entrei no carro e fui pra Igreja. A emoção de sair de casa pela última vez era tanta que eu nem percebi que o rabicó soltou assim que eu sentei no carro.

Chegamos na Igreja, esperamos todo mundo sair da porta da Igreja, desci do carro e o rabicó ficou por lá mesmo… E aí começou a confusão….O rabicó tinha 5 ganchinhos brancos e o vestido 5 casinhas brancas para encaixar os ganchinhos, já estava de noite e ninguém conseguia fazer casar casinha com ganchinho.

Meu pai tinha os grampos de cabelo lá, mas quem disse que eles ajudaram em alguma coisa? A organizadora da Igreja e a assistente vieram ajudar, uma amiga da família veio ajudar, meu pai já estava desistindo… Eles conseguiam prender dois ganchinhos, mas no terceiro os outros dois soltavam….

Enquanto todo mundo tentava encaixar o meu rabicó (que estava bem parecido com aquela brincadeira de acertar o rabo do cavalo com venda nos olhos) eu estava tentando facilitar e me dobrei pra ver se ajudava em alguma coisa.

Desta hora me lembro das daminhas passando, com seus lindos buquês de marshmallow, pulando de um lado para o outro, vindo me dar oi. Lembro de olhar para dentro da Igreja e ver as pessoas olhando para a porta de vidro com cara de ? se perguntando o que estava acontecendo. Não lembro quanto tempo demorou, mas parece que foi uma eternidade. Tempo suficiente para o Padre fazer uma brincadeirinha com o maridão no altar.

Nem lembro de o rabicó encaixou ou se eu me enchi o saco, mas lembro que fiquei a cerimônia inteira preocupada com ele – até porque o fotógrafo mexeu nele diversas vezes pra ajeitar a cauda do vestido.

Na hora de cumprimentar minha mãe pedi um help básico pro rabicó que já estava bem caído e tortinho. Ela conseguiu, em uma tentativa só, colocar ele no lugar! Nada como a mão da Mamuska, né?

Papito não aguentou quando foi devolver o vestido e deu uma bela de uma bronca no pessoal da Belle Sposa contando tudo isso que acabei de contar pra vocês…Quem sabe ajuda pras outras noivas, né?

Quem sou eu?


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