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Quando eu casei eu descobri que a vida de “gente grande” é bem mais difícil do que parece.

Cada dia tem uma coisa nova pra fazer, um item de mercado pra comprar, ligar pra assistência de alguma coisa ou qualquer tarefa parecida com isso, que, quando morávamos na casa dos nossos pais, eram mágicamente feitas por eles e a gente nem ficava sabendo.

Casar não só traz isso à tona, como torna isso uma chatice. Levar o carro no mecânico, chamar o eletricista, chamar a dedetização, ligar pra loja de móveis para arrumar o pé da poltrona, etc…A lista é infinita.

Depois de alguns meses vendo que a dor de cabeça era maior do que imaginávamos, eu e o maridão resolvemos fazer um seguro residência. Uma coisa simples, básica e que custa (sim), mas que vale à pena. A Aline (nossa super corretora e amiga) nos ajudou, escolhemos e plano e pronto. Estava feito.

Achávamos que nunca íamos usar o seguro, até o temível ataque das baratas, que por sí só já se provou muito útil. E depois disso não usamos mais.

Até a semana passada. Há tempos tinha um interruptor com pau em casa, mas como ele era paralelo (daqueles que a luz pode acender e apagar em dois lugares) a gente foi deixando de lado, até chegar a vez do interruptor da luz do quarto resolver pifar.

No meio da semana passada liguei na Porto Seguro para pedir um help de um eletricista para o sábado, quando estaríamos em casa. A moça me atendeu super bem e perguntou se eu não queria o serviço para o mesmo dia.

“Oi? Como assim? São 19:25, eu tô ligando agora e você tá me falando que alguem pode ir me ajudar AGORA?” Sim…Alguém podia. Em menos de 1 hora o Valter estava em casa (Sei o nome dele porque eles mandam um SMS avisando quem irá te atender, de onde está saindo e o tempo que vai demorar pra chegar).

Juro que fiquei maravilhada! O moço Valter resolveu nosso problema em 5 minutos! O maridão ficou meio perplexo com a simplicidade dos problemas e por não termos nem tentado resolver, mas a resposta do Valter foi ótima: “Mas você não pode aprender, senhor… Se não eu perco meu emprego. Continue nos chamando”.

Achei fofo o Valter falar isso e no fundo ele está certo. Achei a Porto Seguro mega eficiente e ágil, por isso resolvi fazer o post elogiando. A gente adora reclamar quando é coisa ruim e esquece de elogiar quando é coisa boa, né? 😉

Como já diria a sábia Mamuska e o sábio Papito: “É melhor prevenir do que remediar”. Eu recomendo!

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Quando você casa você acha que nunca vai acontecer, mas sempre acontece. Algumas vezes mais cedo e outras mais tarde…Pra mim foi mais cedo do que eu esperava.

Sim, estou falando delas…As temíveis baratas!!! E sim, acontece nas melhores famílias…

Eu sempre tive nojo, asco e medo de baratas, mas quando você casa ou é você ou o maridão que tem que lidar com elas. Quando só tem você em casa adivinha pra quem sobra????

Pois bem…Um dia o maridão me deu a temível notícia que tinha encontrado uma destas visitas inesperadas no nosso apartamento. A suspeita número 1 era de que teria vindo com uma caixa de pizza que eu tinha pedido naquele dia. Fiquei branca, com medo e triste pela notícia, porque as baratas nunca estão sós.

Depois de uma semana apareceu a segunda, que estava gentilmente escondida no pano de prato (sim…elas sempre estão por onde tem comida). Quando eu mexi no pano ela correu se esconder atrás do fogão.

Por mim ela já tinha vencido a luta, contanto que sumisse e nunca mais aparecesse, mas o maridão não sussegou enquanto não matou a bendita cucaracha! Depois da morte por overdose de SBP, fomos fuçar atrás do fogão para ver o que tinha lá – obviamente o maridão na função de fuçar e eu na função de segurar o fogão embutido.

Quanto mais ele pedia pra eu puxar o fogão pra fora do buraco, mas eu tinha a certeza de que iria ser atacada por uma barata, o que ma fazia automaticamente ir voltando o fogão pro buraco devagarinho como se ele não fosse perceber….Engano meu! Ele brigava e me fazia puxar o fogão de novo.

Como não nos demos por vencidos, chamamos a dedetização na mesma semana. O moço veio, fez seu trabalho e ficamos 24 horas fora de casa. O drama das baratinhas tinha acabado…ou não.

Segundo o moço as baratinhas pequenininhas, de bar como eles chamam, são as mais difíceis…E nós perceberíamos na semana seguinte.

Cheguei em casa, fiz milhões de coisas e como o maridão ia demorar pra chegar, fui comer. Quando cheguei na pia da cozinha encontrei ali 7 pequenos seres não identificavéis, que hoje chamo de baratas de bar no estágio newborn. Elas era miúdinhas e nem antena tinham. Tomaram um banho de 3 dedos de SBP cada enquanto eu já estava no telefone com a dedetizadora.

“Fique tranquila, senhora. O remédio tem até 1 semana para fazer efeito”. Ok. Uma semana se passou e encontrei de novo seres estranhos, mas um pouquinho maiores, também conhecidos como baratinha de bar estágio baby. 🙂

Fiquei puta da vida porque o tempo já tinha passado e a frequência dos encontros não estava me agradando. Eu e o maridão começamos a matá-las com guardanapo e guardar em um saquinho pro moço da dedetizadora ver o que era. Como fizemos pelo seguro do apartamento, e eles não cobrem todos os insetos na dedetização, fiz uma pequena coleção pra provar que eu sabia do que tava falando.

Quando encontrei de novo as baratinhas, depois de uns 8 dias da primeira vez, elas já estavam maiores, com princípio de antenas, também conhecidas como baratinhas teenagers. Aí não aguentei…Liguei pro moço e pedi pra ele vir no dia seguinte pra ver a minha coleção de baratinhas, provar que eu estava certa e para ele acabar com elas de vez. Mas até aí, já tinhamos matado mais de 20 pequenos seres nojetos e asquerosos.

E não deu outra – se ele tinha alguma dúvida, ficou provado que eu estava certa.

Segundo ele, estas pequeninhas são as mais difíceis de matar, pois elas se escondem em qualquer brechinha que tem, inclusive na casinha da tomada. Portanto a melhor solução ela alimentá-las com gelzinho de veneno. Elas comeriam, levariam pro ninho e aconteceria o efeito cascata.

Pelo visto ele aconteceu mesmo, pois elas nunca mais apareceram. Mas ainda assim, fico com medo. Depois do estágio teenagers vem a fase “monster” e esta eu não quero cruzar de novo não…

PS: Eu sou neurótica com limpeza para não ter a menor possibilidade de qualquer tipo de bicho se aproximar da minha casinha…mas descobrimos que elas podem vir até a casa de diversas maneiras: frutas, legumes, caixas e etc. Nosso apartamento é super limpo e nunca deixamos acumular muito lixo dentro de casa. Mas já aprendi a lição…Não compro banana nunca mais! 😉

Quem sou eu?


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