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Com tudo certinho e nada resolvido, é hora de marcar a primeira reunião na corretora de imóveis, dar o primeiro cheque e conhecer os donos. A Cunha Thá foi com a gente para ajudar, já que ela é uma super master advogada, e ia nos ajudar a não cair em possíveis ciladas da imobiliária.

Os donos (ou ex-donos?) eram super simpáticos e “estavam do nosso lado”. Tudo correu super bem e agora era a hora de correr atrás de um banco para pegar um financiamento. Parece super simples mas não é!

Milhões de papéis, assina daqui, rabisca de lá, envia tudo para aprovação. Espera, espera e espera mais um pouco pela resposta e, quando dá tudo certo, você ainda tem mais 400 folhas para rubricar e assinar.

Cansa mas vale à pena! Começamos o negócio em Dezembro, assinamos os papéis do financiamento em Janeiro e pegamos as chaves do apê só em Abril. Uma eternidade, mas ele era nosso e nada disso tinha importância. O casamento estava marcado para agosto e teríamos tempo de sobra para pintar, reformar e deixar ele com a nossa cara.

Lemrbo do dia que viemos pegar as chaves. Emoção total! O apartamento completamente vazio, maior do que parecia, e NOSSO! Encontramos os ex-donos dentro do apartamento. Ela nos deu uma pastinha super organizada com as notinhas fiscais dos metais (por causa da garantia), as instruções de limpeza do piso, dicas de como secar as roupas, um molho de chaves e um desejo super sincero de boa sorte. Eles desejaram que fossemos felizes aqui assim como tinham sido.

Na hora de sair para ir embora eles choraram. Sabiam que iam sentir falta daqui. Mas a vida é assim mesmo – coisas boas ficam para trás e coisas ainda melhores vêm pela frente.

E aquele era o nosso melhor momento até então. Era o nosso apartamento, a nossa casinha e o começo da nossa vida. Ficamos no apartamento por 1 hora, mais ou menos, contemplando o que tínhamos alcançado.

It was a Good Good night! 🙂

Durante muito tempo eu e o maridão fazíamos contas e contas para ver quando daria pra gente casar. Colocávamos na ponta do papel tudo que íamos ter que gastar, somávamos os salários e chegávamos à conclusão que ainda não ia dar certo.

Além de pagar contas, ter que pagar um financiamento, é uma brincadeira que dá medo. E por mais que você ganhe um dinheirinho, na hora do vamos ver você sempre acaba gastando mais.

Passamos mais de um ano fazendo contas e desistindo. Lembro até hoje que, em um casamento, o pai de um amigo do maridão falou pra gente: “Quando você quer, dá. Tendo dinheiro ou não”. Isso ficou na minha cabeça e começamos a fazer contas sempre. Íamos testando os financiamentos, as parcelas que “cabiam” no bolso, e fazendo contas e mais contas.

Até que chegou a hora de arriscarmos – não porque tínhamos feito todas as continhas e tinha dado tudo certo. Mas sim porque não aguentávamos mais fazer contas. “Quando você quer, dá! Tendo dinheiro ou não.”

E com isso começamos a busca por apartamento. A ordem era natural: buscar uma casinha, achar uma igreja, marcar a data e casar! Simples assim (ou não)! 🙂

Obviamente que a história é muito mais complicada do que isso, e este post é só uma introdução da Saga que está por vir…

Aguardem!

Quem sou eu?


aventurasdecasada@gmail.com

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