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Relâmpago

Sim….Anda chovendo pra caramba aqui em São Paulo. Com as chuvas vem os raios, relâmpagos e os roteadores queimados.

Cheguei em casa, acessei meus emails numa boa, saímos comer pra comemorar o Valentine´s Day. No meio do jantar a luz piscou duas vezes…Super romântico pra um jantar de semi Dia dos Namorados, mas…. Foi daquelas piscadas bem fortes (do tipo que aciona a luz de emergência do restaurante, sabe?). Como o restaurante é do lado de casa, eu e o maridão nos olhamos com a suspeita de termos que subir os andares do prédio pela escada para chegar até o apê.

Com uma chuva torrencial lá fora, esperamos mais um pouquinho e partimos, correndo na chuva. Quando chegamos no apê, a luz já tinha voltado. Eu, obviamente, quis ir pelo elevador. O Maridão ficou desconfiado mais foi e ainda me ameaçou na subida: “Se ficarmos parados aqui, a culpa será todinha sua, tá entendendo?”. Só respirou aliviado depois que a porta do elevador abriu.

Chegamos de novo em casa, BBB quase no ar (sim, BBB – todo mundo tem seus defeitos), e o maridão precisava mandar um email. Ooops. Cadê a internet wi-fi? Pois bem…Nosso roteador é daqueles bem bons, mas não resistiu. Ou seja: voltamos para a era da Internet com cabo plugado no computador – o que não é nada legal se você tem um laptop em casa.

Por esta e outras, vou sumir um pouquinho e voltar a postar assim que der e o Wi-fi permitir. Se vocês sentirem minha falta, culpem São Pedro. 🙂

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Há duas semanas eu e o maridão saímos em busca de um controle de PS3 para ele poder jogar, acelerar e ganhar mooooito no seu novo joguinho de Fórmula 1.

Em menos de 2 semanas o controle começou a ficar doidão e quebrou. Ligamos na loja que compramos e nos mandaram encaminhar à assistência técnica.

Pois bem…Quem me conhece sabe que sou “estremeliquenta” demais e preciso fazer as coisas com a menor chance de erro possível. Cheguei no trabalho hoje, embrulhei a caixa do produto, fiz uma cartinha, anexei documentos que precisava e fiz um envelopão para grudar na caixa com o endereço de onde deveria ser entregue pelo motoboy. Como já estou rata no processo, montei um protocolo, com uma cartinha igual à que enviei à assistência e pedi para o boy protocolar na assistência – assim não tem como negar que não recebeu.

Dei todas as instruções pro moço e “vamo que vamo”.

Acabei de receber a ligação que o meu protocolo estava assinado. Quando bati o olho achei estranho: “Ué…O nome da pessoa da assistência é o mesmo do meu porteiro”. Pois bem. No protocolo, vulgo cópia da carta para a assistência, tinha o endereço em que a assistência teria que retornar o produto depois de arrumado. 1+1=2? Sim. O moço entregou a caixa na portaria de casa!!!!

Voltei lá, o moço riu e pediu desculpas. Vai arrumar tudinho e amanhã cedo o controle estará na assistência. Quem se deu mal nesta foi o maridão, que vai passar mais alguns dias sem arrepiar na Fórmula 1. 🙂

Sabe aquelas coisas ridículas, que você acha que nunca vai acontecer com você? Pois é…

Segundona, feriado, fui visitar uma amiga. Um monte de crianças correndo para todos os lados, fomos brincar no parquinho e voltamos umas duas horas depois. Obviamente, eu estava super apertada para ir no banheiro e fui correndo.

Fiz o que tinha que fazer (número 1, pra quem pensou em perguntar) e no momento crucial levantar-virar-subir-o-zíper aconteceu o inesperado: meu celular se projetou para fora do bolso e mergulhou na privada.

Sim…Você acha que nunca vai acontecer com você de tão bobo que é, não toma cuidado e quando menos espera, voilá!

O celular deu um mergulho digno de olimpíadas. Mergulhou, voltou, mergulhou de novo e parou, na privada cheia de xixi (sim…eu ainda não tinha dado a descarga). Minha primeira reação foi: preciso tirar ele da água agora! Enfiei a mão e tirei ele de dentro – eca!!!! Lavei a mão na pia, lavei ele na pia e fui correndo pra cozinha.

Lavei a mão de novo, lavei ele de novo e pedi pra Amanda um punhado de arroz. Um punhado não…Dava pra fazer arroz pra umas dez pessoas. Coloquei dentro de um saquinho e esperei. Quando vi o celular a última vez antes de fechar o saquinho, ainda estava funcionando (milagre???).

Deixei ele lá, quietinho. Nada de ver emails, twittar…Vamos esperar o arroz absorver a água e vai dar tudo certo.

Ridículo foi ir embora com a bolsa numa mão e o saquinho de arroz na outra. 🙂

Eis que no caminho de casa ele não estava mais funcionando. Cheguei em casa, tirei bateria, capinha, sim card, sd card, coloquei o celular e o arroz num pote e vim pra internet.

Eis (2) que não basta estar com o arroz em volta do celular todo. Ele precisa estar num pote herméticamente fechado. Você sabia disso? Nem eu….Salve o Ziploc!

Meu celular agora é um saquinho de arroz. Vamos esperar e torcer para que o melhor aconteça. (Se o melhor for eu trocar o meu ceular por um iPhone 4 juro que não vou me importar. Ahahahaha)

Fiquem atentas e tomem cuidado. Você nunca sabe quando o ridículo pode bater na sua porta!

Pegadinhas acontecem quando a gente menos espera, né? Como eu já falei por aqui, rola uma atração boa entre a “Lady Murphy” e a minha pessoa…Mas desta vez ela pegou o maridão!

Estava em casa esta semana nos preparando para ir dormir e eu resolvi abrir o armário do maridão pra pegar o meu despertador. (Sim…Morar em apartamento pequeno faz com que você arrume multi-funções para os móveis. E uma parte do armário do maridão é meu criado-mudo). Quando tentei abrir a porta de correr vi que estava completamente travada. Resolvi então fechar as duas portas para resolver o problema e as duas travaram de vez. O problema é que aquele é o armário do maridão. Ou seja: todas as roupas dele estão lá dentro.

Neste frio que está fazendo em SP tudo que eu consegui pensar foi: “Coitado…Com que roupa ele vai trabalhar? Vou tentar resolver isso sozinha”. Fiquei uns 5 minutos tentando pra um lado e pro outro mas as portas estavam completamente travadinhas…Tentei mais um pouco e não aguentei. Como elas são de vidro, não dava pra forçar muito a barra, né? Fiquei com medo de quebrar e fui pedir ajuda.

Fui até a sala onde ele estava assistindo o jogo do Santos e soltei um “Ih…Fudeu, amor”. Ele assustou, ficou puto que estava perdendo o jogo, mas veio correndo ver o que estava acontecendo. A porta continuou lá, imóvel, depois de diversas investidas dele. Chegamos no nível do desespero de chutar delicadamente a porta para ver se resolvia. Puxa pra cá, puxa de lá, aperta a mão e tenta afastar as duas folhas da porta pra ver no que dá. As duas folhas tinham saído do trilho.

Ficamos mais uns 5 minutos no vai e vem, tentando encaixar as duas folhas e fazer as portas voltarem a “funcionar”. Confesso que eu, desesperada, já tava quase indo procurar o telefone do marceneiro para ligar pra ele. De repente, com um “plec”, a folha mais enroscada se desprendeu do trilho. Eu estava em pânico sobre o que íamos fazer com aquela porta de vidro solta e pensando: “E agora?”. O Maridão, mais bem humorado, falou: “Pelo menos amanhã eu vou ter roupa pra ir trabalhar”. 🙂

Demoramos mais uns 5 minutos, conseguimos alinhar as portas nos trilhos e fazer voltar a funcionar normalmente.

Lady Murphy, Obrigado. Pegou leve desta vez e não precisa voltar tão cedo, ok?

Eu já falei aqui o quanto eu sou viciada em potes…Mas o que eu não falei é que eu sempre me prometi que eu teria potes bons em casa. Tipo tupperware mesmo, porque eles duram mais. Me prometi que nunca, nunquinha, eu teria potes de margarina, requeijão, sorvete e qualquer outra coisa que você compre com alimentos dentro no supermercado.

Geralmente, assim que estes tipos de alimentos acabam, os potes vão direto para o lixo. Eis que nesta semana eu cometi uma heresia “potística” e quebrei minha promessa…

Tínhamos um Chicabon no congelador que estragou e eu resolvi lavar o pote para jogar no lixo. Coloquei ele no escorredor e me esqueci dele. Eis que eu estava cozinhando, precisei descongelar um frango, e ele serviu perfeitamente para tal função…Além disso, ele é vermelho e cairia muito bem também para macarrões e molhos de tomate.

Confesso que estou num conflito interno, se devo ou não assumir este pote como parte da coleção. Já quebrei minha promessa lavando ele e colocando no escorredor de louça. Por enquanto ele está lá e eu estou fingindo que não estou vendo… 😀

A Lei de Murphy existe, e quando você acha que ela não vai “te pegar”é aí que ela te s urpreende.

Eu já falei sobre a escolha do meu vestido de noiva neste post aqui mas o que não falei foi do trabalho que ele me deu quando cheguei na Igreja.

Eu escolhi o vestido por causa do rabicó, delicadamente apelidado por mim de rabicó do Pato Donald. Amei o vestido em si, mas o rabicó dava um toque especial….Fofo, lindo e super prático – eu podia tirar ele na festa e o vestido continuaria lindo!

Quando comecei a me vestir em casa, conseguimos colocar o rabicó sem problema nenhum. As pessoas que estavam me ajudando desenvolveram uma técnica ótima com grampos de cabelo, e ele ficou no lugar certinho em menos de 5 segundos.

Entrei no carro e fui pra Igreja. A emoção de sair de casa pela última vez era tanta que eu nem percebi que o rabicó soltou assim que eu sentei no carro.

Chegamos na Igreja, esperamos todo mundo sair da porta da Igreja, desci do carro e o rabicó ficou por lá mesmo… E aí começou a confusão….O rabicó tinha 5 ganchinhos brancos e o vestido 5 casinhas brancas para encaixar os ganchinhos, já estava de noite e ninguém conseguia fazer casar casinha com ganchinho.

Meu pai tinha os grampos de cabelo lá, mas quem disse que eles ajudaram em alguma coisa? A organizadora da Igreja e a assistente vieram ajudar, uma amiga da família veio ajudar, meu pai já estava desistindo… Eles conseguiam prender dois ganchinhos, mas no terceiro os outros dois soltavam….

Enquanto todo mundo tentava encaixar o meu rabicó (que estava bem parecido com aquela brincadeira de acertar o rabo do cavalo com venda nos olhos) eu estava tentando facilitar e me dobrei pra ver se ajudava em alguma coisa.

Desta hora me lembro das daminhas passando, com seus lindos buquês de marshmallow, pulando de um lado para o outro, vindo me dar oi. Lembro de olhar para dentro da Igreja e ver as pessoas olhando para a porta de vidro com cara de ? se perguntando o que estava acontecendo. Não lembro quanto tempo demorou, mas parece que foi uma eternidade. Tempo suficiente para o Padre fazer uma brincadeirinha com o maridão no altar.

Nem lembro de o rabicó encaixou ou se eu me enchi o saco, mas lembro que fiquei a cerimônia inteira preocupada com ele – até porque o fotógrafo mexeu nele diversas vezes pra ajeitar a cauda do vestido.

Na hora de cumprimentar minha mãe pedi um help básico pro rabicó que já estava bem caído e tortinho. Ela conseguiu, em uma tentativa só, colocar ele no lugar! Nada como a mão da Mamuska, né?

Papito não aguentou quando foi devolver o vestido e deu uma bela de uma bronca no pessoal da Belle Sposa contando tudo isso que acabei de contar pra vocês…Quem sabe ajuda pras outras noivas, né?

Pois é. De repente chegou o dia dos namorados e eu não tinha planejado NADA. Nadinha da silva! Para ajudar um pouquinho mais, dia 15 faz 8 anos que eu e o maridão estamos juntos. Ou seja: duas datas importantes, o primeiro ano de casados, e eu sem idéia nenhuma.

Eu já fui muito criativa em datas comemorativas. Já dei um super kit de aniversário, com camisa de futebol, relógio, sunga e mais um monte de coisas, já dei um pique-nique de presente no Ibirapuera pelo nosso primeiro ano de namoro, já fui super romântica e dei uma almofada mega blaster linda que eu mesmo fiz com fotos nossas.

Mas este ano me deu branco…Esqueci completamente da data, de que era nosso primeiro ano de casados e simplesmente não tive idéia nenhuma.

Até que a Gabi, super fofa que trabalha comigo, teve a idéia dos mini-bolos. Não pensei duas vezes e pedi um pro maridão. Como decoração, coraçõezinhos, um A de Aninha, um Z de Zuma e um 8 pelos nossos 8 anos juntos. Para completar o pacote comprei um sapato lindo que ele estava precisando.

Estava tudo planejado: almoço mega especial (que depois coloco a receitinha do risoto considerado pelo maridão como “o melhor de todos”), champagne e presente de sobremesa.

Preparei a mesa com confetes de coração, taças de champagne e coloquei o presente em cima da mesa. Almoçamos e durante o almoço inteiro o maridão ficava olhando pro pacote.

Quando acabou o almoço ele foi, todo ansioso, abrir seu presente. Eu expliquei que era de dia dos namorados e pelo nosso aniversário de namoro. Ele  tirou primeiro o par de sapatos de dentro do saco e depois foi calmamente tirando o mini-bolo.

Quando ele tirou o bolo inteiro do saco e colocou em cima da mesa ele estava branco, pálido e com cara de quem estava passando mal. Eu, toda empolgada com o bolo, comecei a murchar devagarinho pensando comigo mesmo: “Ele odiou….”. O pouco que eu tinha conseguido preparar tinha sido um fiasco.

Poxa…por mais que ele tivesse odiado, eu tinha feito com tanto carinho, que ele podia ter disfarçado, né? Ainda não acreditando, perguntei se ele tinha “entendido”. Ele falou que não. Eu expliquei então o “A Z 8”.

E então ele voltou a respirar: “Uuuuuuuufa!!!!. Eu achei que fosse um B de bebê.”

Eu não me aguentei e rolei de rir…O 8 realmente estava parecendo um B e ele estava achando que eu estava grávida. Era pra ter ficado branco e pálido mesmo (engravidar não está nos nossos planos por pelo menos uns dois anos). 😉

Passado o susto, cortamos o bolo, comemos com champagne e depois, meio bêbados, fomos dormir até a hora de ir para a casa da Cunha Thá.

Hoje aconteceu meu primeiro acidente doméstico e, por causa dele, vou tentar ser breve pois estou digitando “catando milho”, se é que vocês me entendem.

O dia foi de escolhas ruins. Para começar usei um sapato novo que mastigou meu pé e para terminar queimei o dedão tirando a assadeira do forno.

O maridão foi no jogo do Santos (sim, de novo) e eu passei meia hora no disk cook tentando escolher o que comer. Quando descobri que era um absurdo de caro, desisti e fui fazer meu franguinho recheado e ervilhas. Tudo ia super bem até chegar a hora de tirar a assadeira do forno. Eu, burra, não achei a luvinha e fui me achando só com um pano de prato dobrado no meio.

Resultado: uma queimadura do tamanho de uma moeda de 10 centavos bem no meu dedão. Está latejando horrores e só quero ver até que horas vou aguentar ficar com o dedo no potinho com gelo.

Pelo menos meus potes estão tendo 1001 utilidades….

No dia do meu casamento!!!

Eu já falei do meu dia da noiva aqui, mas o que eu não falei foi que no dia do meu casamento o meu pai sumiu.

Eu estava lá, toda nervosa, me arrumando para casar e precisava (entenda que no dia da noiva, você pode precisar o que você quiser) de pães de queijo. Isso porque na aula de noivos o padre tinha falado que uma das causas mais comuns dos noivos passarem mal no altar era por não terem comido nada e eu não queria passar mal…portanto, precisava dos pães de queijo.

Sendo assim, pedi para o papito ir até a padaria perto de casa para comprar pães de queijo pra mim. Queria comer antes de comceçar a me maquiar para poder escovar os dentes…O problema é que ele sumiu!

Acho que passaram umas duas horas até ele voltar pra casa e neste meio tempo meu irmão estava vindo nos encontrar. Ele passou na padaria e comprou meus pães de queijo.

Meu pai apareceu uma hora depois com alguma desculpa esfarrapada de quem tinha ido resolver alguma coisa muito importante. Note que uma coisa muito importante no dia do casamento da sua filha era meio que estranho…Há algo mais importante (e desesperador) para um pai do que sua única filha mulher casando???

A esta altura eu já tinha comido todos os pães de queijo, escovado os dentes, me maquiado, e estava quase indo me vestir. Ele se vestiu rapidinho e fomos pra igreja.

Com todo o corre corre de casamentos, nem lembrei de contar pro então recém-marido o que tinha acontecido e aproveitamos a festa.

Quando chegamos em casa depois da festa* eu descobri o que ele tinha tramado a tarde toda:

Nosso apartamento estava todo decorado com pétalas de rosas na sala e na cama, uma caixa linda de trufas de chocolate e um champagne geladinho na geladeira, esperando por nós. Além disso, toalhinhas bordadas lindas e recadinhos desejando muitas felicidades para nós…Desmanchamos na hora!

O sumiço deixou a noiva desesperada, com fome e brava, mas valeu à pena!

Thanks, Papito e Mamuska!

* Nossa noite de núpcias foi em casa. Depois de 6 meses de reforma do apartamento, quando ele estava finalmente prontinho e esperando por nós, tudo o que mais queríamos era passar nossa primeira noite de casados na nossa casinha e não em um hotel. Com o toque especial que recebemos de surpresa, não faltou nadinha!!!

Que eu sou meio esquecida já é sabido. Mas que eu fiquei mais esquecida depois que casei é novidade (tanto pra mim quanto pro maridão).

São mil coisas pra fazer, pra lembrar e vira e mexe eu deixo passar algumas coisinhas. E o pior esquecimento de todos são as contas (ou convites, como já falei neste post aqui).

Eu ainda não me acostumei com ter que pagar tantas e tantas, que todo mês tem alguma que fica de fora. A primeira foi da de gás…Esqueci por 2 meses. A penúltima foi do cartão de crédito (que já vem aquela facada, imagina ainda pagar juros pela conta esquecida?).

Hoje cheguei em casa e fui olhar a pastinha de contas, tão escondidinha ali no rack da sala. Quando abri a conta pulou lá de dentro e gritou: “Surpresa!!!! Você esqueceu de pagar o seguro do carro!”.

A sorte foi que a Sul América deve ser bem prevenida com esquecidos que nem eu e o boleto tem uma segunda data para pagamento: HOJE! Ahahahaha. Só eu mesmo…

Agora, tem coisa pior do que esquecer de pagar as contas? Tem…Tem sim. Pagar em dobro.

Não preciso nem falar que já fiz disso também e diversas vezes, né? Deve ser por isso que a Vivo me adora…

Quem sou eu?


aventurasdecasada@gmail.com

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