You are currently browsing the tag archive for the ‘Vestido de noiva’ tag.

Ahhh….. Um mais lindo que o outro.

Adoro que a Fabi, do Espaço das Moçoilas, foi quem postou. Um blog que não é de casamentos, mas sim de moçoilas muito bem antenadas, não podia deixar esta novidade da Vera Wang passar, né? Eu copiei na caruda, Fabi!!!!

Babei em todos… 🙂

Ps: deixei o texto original da Fabi porque amo o jeito que ela escreve,

“a estilista mais almejada por 99% das noivas do mundo inteiro fechou uma parceria com a David’s Bridal, uma mega loja americana especializada no assunto, onde a moçoila terá uma linha própria de vestidos e acessórios chamadaWhite by Vera Wang a preços super possíveis – dentre 600 a 1500 dólares!!!

os tecidos utilizados serão o tafetá, renda, tule, cetim, organza, chiffon, etc e, as cores serão o off-white, marfim, champanhe e blush (um rosinha meio pêssego); de acessórios, a linha terá cintos, tiaras de cristal adornadas, véus de tule, cintos com cristais e florais e presilhas de cabelos.

a coleção será lançada agora, dia 11 de fevereiro, nas 150 lojas da rede! saibam mais neste site aqui ;]

quem mais se empolgou pra casar tipo já? ♥”

Oi? É a versão literal do vestido Bolo de Noiva! Criação do chef de cozinha colombiano Juan Manuel Barrientos. 🙂

Para variar, peguei no Marketing na Cozinha, que eu adoro!

Toda mulher solteira conhece a tradição/simpatia: se você quer casar, é só colocar o seu nome na barra do vestido da noiva.

Coisa simples, mas meio complicadinha pra noiva, eu diria. Principalmente quando a noiva sou eu: extremamente planejada e organizada, mas que esquece das coisas simples e importantes (principalmente para as amigas solteiras).

A lista era pequena e eu não podia esquecer de ninguém, muito menos da Maroca (que pediu até pra colocar a data do casório do lado pra garantir, já que ela namora há mais de 10 anos).

Confesso que eu lembrei da lista de pedidos em cima da hora, quando eu estava saindo de casa. Acabou saindo “daquele jeito”: esparadrapo escrito com a bic que não pegava. Grudei o esparadrapo na mão, peguei a caneta, escrevi o que deu (escrevi todos, mas a caneta falhou em partes), colou no vestido e pronto. “Vamo que vamo”.

Mas hoje, vendo o Blog da Bia (Aventuras de uma noiva), vi que a coisa poderia ter sido muito mais bonitinha e planejada! A Bia teve a super ajuda da estilista que fez o vestido dela e ficou sensacional: ela fez um coraçãozinho preso dentro do vestido, com vários corações dentro, cada um com o nome de uma amiga.

Ficou fofo demais que não aguentei e resolvi postar aqui. A idéia é o máximo, e depois ainda cada noiva ganhou seu coraçãozinho! Lindo!!!

Sabe… Quando eu decidi casar, eu não queria casar na Igreja não, quem decidiu esta parte foi o maridão. Ele diz que queria me ver entrando na Igreja e eu topei. Mal sabíamos que seria mais “barato” e “fácil” casar no salão, mas isso é um post à parte…

Decidimos que mês queríamos casar e fomos atrás da Igreja – o contrário de muita gente que marca o dia de acordo com a disponibilidade da Igreja (sendo ela famosa ou não). Procuramos várias, pesquisamos o que podia e o que não podia, mas no fim das contas escolhemos (leia-se escolhi) por um simples motivo: não ter santos, imagens e nenhum rococó.

Eu acho lindo uma Igreja toda “ornamentada” e rústica, mas não é a minha cara e o meu estilo (dá para perceber pelo meu vestido de noiva, né?). Queria uma coisa clean, arejada e que coubesse todo mundo que tínhamos pra convidar. E não tive dúvidas na hora de escolher a Cruz Torta.

Minha Cunha Thá tinha casado lá e a Igreja já tinha passado no primeiro e mais importante teste: caber muita gente (muita gente mesmo). Ela não tinha nada de imagens e era clean e arejada. Bingo! Ainda tinha todos os horários disponíveis em um sábado de agosto pra gente escolher o que a gente queria! Just Perfect!

O que mais me encantou de todas as vezes que eu fui lá, é que a Cruz Torta não tinha um Cristo pregado na cruz. Era uma cruz de madeira linda de morrer, com uma “escultura” de arames, simbolizando o Cristo. Adorei! Clean e a minha cara!

Marcamos a data e começamos a correria pré-casamento.

Uma das etapas da correria pré-casamento é você ir assistir uns casamentos na Igreja que você escolheu. Ver os padres (caso você queira levar o seu, como foi o nosso caso), ver como são as cerimônias, prestar atenção nas músicas e corais, ver decoração, etc. E eu e o maridão passamos por isso também.

Era um calmo final de semana de Julho e nosso programa do Sàbado à noite era ir assistir casamentos. Juro que deviam ter mais uns 8 casais fazendo exatamente a mesma coisa.

Eis que, ao chegar na Igreja, eu tenho um baque!!! Lembra da Cruz que falei mais pra cima? Linda, simples e clean? Ela tinha sido trocada por um ANJO!!! Sim. Um Anjo. Para piorar, o anjo tinha uma bola de luzes pendurada no pé.

Juro que foi choque e desespero à primeira vista.

Eu não sabia o que fazer. Eu, e as outras noivas que se juntaram a mim no meu Big Day, conversamos com o decorador da Igreja. Ele disse que todos estavam reclamando do anjo mas que não sabia o que iria acontecer…

Eis que o dia do casamento chegou. Eu estava nervosa com tudo o que ele representava, mas desesperada para saber se aquele anjo continuava lá ou não. No meio do caminho para a Igreja me lembrei dele de novo e fiquei apavorada. Mas comecei a me conformar, já que eu não podia fazer nada à respeito.

Chegamos na Igreja, saltei do carro, tive problemas com a Lady Murphy e o meu vestido, fiquei pronta, agarrei o buquê e vamos lá! É hora de casar.

O Coral está cantando, a música sobre e fica mais alta e a sua hora chega. E quando a porta abre, tudo que você consegue pensar é: “Ufa! Trocaram a Cruz.” Ahahahaha

Brincadeiras à parte, olhei pro maridão, me emocionei (mas não chorei), meu coração se encheu de alegria e a segunda coisa que eu fiz foi checar a Cruz. 😀

Sou apaixonada por tatuagem. Tinha duas antes de casar, e o maridão estava me enrolando há uns dois anos já para fazer a terceira.

A verdade é que eu não sabia muito bem o que eu queria fazer e onde. E quando falamos de tattoo, se você tem alguma dúvida, é melhor não arriscar. Só faça a sua quando você souber exatamente o que quer (quantas pessoas já não vimos nos programas de TV cobrindo uma tattoo antiga?). Eu mesmo tenho uma que me arrependo um tiquinho e quero mudá-la quem-sabe-um-dia.

Mas voltando… Um pouquinho antes do casamento eu descobri o Tinico Rosa. Fui vendo os trabalhos dele no site, no Flickr, e fui me apaixonado. Quando comecei a perceber, várias pessoas que eu conheço que tinhm tattoos lindas, que eu adorava, tinham feito tattoo com ele e muitas outras estavam na fila. Ou seja: eu já tinha achado “o cara”.

A dúvida agora era: fazer antes ou depois do casamento? Isso porque, quando achei “o cara”, decidi junto que a tattoo seria no ombro. Pensei muito, tínhamos tantos gastos com o casório que acabei deixando para depois – mas não tão depois assim.

Casamos em agosto e em outubro eu estava lá na porta do Tinico para fazer a minha tão esperada tattoo. Muita conversa, uma seção de consulta só pra ele ver as referências que eu tinha separado e fazer um esboço no meu corpo, e pronto: a tattoo estava escolhida.

Eu nem preciso falar que amei, né? Na fotinho ela ainda está bem vermelha porque ele tinha acabado de tirar a agulha e limpar quando o maridão tirou, mas tá valendo.


Eu amo ela, olho todo dia e fico muuuuito feliz quando vejo o passarinho escondidinho ali no meio (acho fofo)….Mas tenho que confessar uma coisinha: vira e mexe me pergunto como eu ficaria com a minha tattoo e o vestido de noiva. 😀

Casar e preparar um casamento te consome de infinitas maneiras nos meses que antecedem o grande dia. Reformar e mobiliar um apartamento, junto com toda a correria do casamento, contribui ainda mais pros altos níveis de insanidade pré-casamentística. Fato é que chega uma hora em que você mistura tudo isso com ansiedade para o seu grande dia, e as coisas começam a acontecer.

Eu fui carinhosamente apelidada pelo maridão de Bridezilla. Ele não ganhou apelido, mas ficou bem “Groomzilla” também.

Eu, ao contrário de 99% das noivas que eu conheço, comecei a comer mais. Dizem que você emagrece, porque esquece de comer, porque tem mil coisas pra resolver e acaba sempre resolvendo no horário do almoço ou à noite que emagrece. Balela! Quanto mais nervosa e ansiosa eu ficava, eu comia…Não engordei, veja bem, mas eu comi em todas as refeições e tudo que tive vontade. (O que me engordou mesmo foi a Lua-de-Mel. 🙂 )

O maridão por sua vez tem uma válvula interna de escape – o que não é tão legal assim: as benditas pedras nos rins que, segundo o médico, nestas ocasiões são 100% emocionais. Nossa reforma foi tocada todinha por ele, somada a mais um monte de coisas que ele me ajudou a resolver da festa, as pedrinhas brotavam no rim dele. Quem já teve pedra no rim sabe o quanto dói. Ele fez implosão e não funcionou. Fez uma cirurgia para remoção das pedras e inseriu um Duplo J (não me pergunte o que é, só sei que doi muuuuuuuito) e depois de 10 dias elas já estavam lá de novo.

Ficamos com medo e preocupados de acontecer alguma coisa e  revisamos o seguro saúde da Lua-de-Mel seguindo o conselho do médico do maridão. Não adiantava muita coisa: pedra nos rins é doença pré-existente e o seguro não cobre. Se acontecesse algo, teríamos que pagar por fora. Ficamos mais assustamos, mas chegamos à conclusão de que era melhor desencanar. Se a gente não se preocupasse ia dar tudo certo no final.

E foi o que aconteceu. O vestido da noiva entrou direitinho e o rim do maridão se comportou bravamente na lua-de-mel. Não tem jeito: a ansiedade vem de qualquer maneira, você só precisa aprender a conviver bem com ela! 😉

A Lei de Murphy existe, e quando você acha que ela não vai “te pegar”é aí que ela te s urpreende.

Eu já falei sobre a escolha do meu vestido de noiva neste post aqui mas o que não falei foi do trabalho que ele me deu quando cheguei na Igreja.

Eu escolhi o vestido por causa do rabicó, delicadamente apelidado por mim de rabicó do Pato Donald. Amei o vestido em si, mas o rabicó dava um toque especial….Fofo, lindo e super prático – eu podia tirar ele na festa e o vestido continuaria lindo!

Quando comecei a me vestir em casa, conseguimos colocar o rabicó sem problema nenhum. As pessoas que estavam me ajudando desenvolveram uma técnica ótima com grampos de cabelo, e ele ficou no lugar certinho em menos de 5 segundos.

Entrei no carro e fui pra Igreja. A emoção de sair de casa pela última vez era tanta que eu nem percebi que o rabicó soltou assim que eu sentei no carro.

Chegamos na Igreja, esperamos todo mundo sair da porta da Igreja, desci do carro e o rabicó ficou por lá mesmo… E aí começou a confusão….O rabicó tinha 5 ganchinhos brancos e o vestido 5 casinhas brancas para encaixar os ganchinhos, já estava de noite e ninguém conseguia fazer casar casinha com ganchinho.

Meu pai tinha os grampos de cabelo lá, mas quem disse que eles ajudaram em alguma coisa? A organizadora da Igreja e a assistente vieram ajudar, uma amiga da família veio ajudar, meu pai já estava desistindo… Eles conseguiam prender dois ganchinhos, mas no terceiro os outros dois soltavam….

Enquanto todo mundo tentava encaixar o meu rabicó (que estava bem parecido com aquela brincadeira de acertar o rabo do cavalo com venda nos olhos) eu estava tentando facilitar e me dobrei pra ver se ajudava em alguma coisa.

Desta hora me lembro das daminhas passando, com seus lindos buquês de marshmallow, pulando de um lado para o outro, vindo me dar oi. Lembro de olhar para dentro da Igreja e ver as pessoas olhando para a porta de vidro com cara de ? se perguntando o que estava acontecendo. Não lembro quanto tempo demorou, mas parece que foi uma eternidade. Tempo suficiente para o Padre fazer uma brincadeirinha com o maridão no altar.

Nem lembro de o rabicó encaixou ou se eu me enchi o saco, mas lembro que fiquei a cerimônia inteira preocupada com ele – até porque o fotógrafo mexeu nele diversas vezes pra ajeitar a cauda do vestido.

Na hora de cumprimentar minha mãe pedi um help básico pro rabicó que já estava bem caído e tortinho. Ela conseguiu, em uma tentativa só, colocar ele no lugar! Nada como a mão da Mamuska, né?

Papito não aguentou quando foi devolver o vestido e deu uma bela de uma bronca no pessoal da Belle Sposa contando tudo isso que acabei de contar pra vocês…Quem sabe ajuda pras outras noivas, né?

O momento mais crucial de toda noiva é escolher o seu vestido de casamento.

Eu sou um pouquinho ansiosa só e escolhi o meu em janeiro – para casar em agosto!!! Mas a busca não foi fácil.

Desde o começo eu sabia que eu queria alugar ao invés de comprar. Imagina em um apartamento pequeno onde eu ia guardar um vestido de noiva????

Primeiro que foram meses e meses de preparação recortando revistas e mais revistas com tudo o que eu gostava. Já tinha uma pasta de 3 kilos de recortes, mas continuava recortando…E o vestido que eu mais gostei já estava escolhido.

Achei ele numa revista, achei o nome da loja, telefonei, mandei email pra marcar horário e NADA! Quando me enchi o saco, fui de carro até o local e a loja tinha fechado! Foi frustrante e me fez voltar para a pilha de recortes. Aos poucos fui percebendo o estilo do que eu queria e só depois eu resolvi ir às lojas para a seção sem fim de exprimentar vestidos.

Fui num atelier lindo na Alameda Campinhas, e carésimo também. Fui na Nova Noiva (Basicão) e me senti, literalmente um bolo de noiva – além de pesados os vestidos são estranhos e os vendedores te pressionam para fechar na hora. Fui na Black Tie e saí correndo quando vi os preços de primeiro aluguel – dos vestidos que eu gostei variava de R$6.500 a R$18.000 (pasmem!!! com esta grana eu fazia um vestido lindo lá no atelier da Alameda Campinas). Foi um sábado infernal com a Mamuska e além de cansativo foi um tédio porque eu não gostei de nada.

Um dia, durante a semana, saí correndo e fui em uma loja linda na Rua dos Pinheiros. Chamei duas amigas pra irem junto dar palpite, já que a Mamuska não podia ir, e o processo se repetiu: você chega e dá de cara com pilhas de fotografias. A pessoa que te atende marca todos que você gostou, pede pra você esperar um pouquinho e volta com tooooodos os vestidos pra você ir até uma salinha experimentar.

A salinha, neste caso, era de pelúcia rosa choque e com músicas bem de casamento tocando, tipo “Everlasting Love” e “This is your song”. Aí começa o clima para você se sentir a pessoa mais especial daquele momento. Tinham espelhos em 3 paredes e uma passarela para você caminhar e “sentir” o vestido.

Antes de experimentar o primeiro, arrumam o seu cabelo pra ficar bem no clima mesmo (só faltou a maquiagem). O primeiro vestido que eu experimentei era bem modernão, com umas pontas soltas na saia. Lindo. O segundo era de rendinhas e cristais (não muito a minha cara para quem me conhece), mas também era lindo. O terceiro era um pouco mais simples que o primeiro, mas cheio de estilo.

Mas foi pelo quarto vestido que eu me apaixonei. Branco, básico, sequinho e maravilhoso – e com um super espartilho. 🙂 E parece brincadeira, mas quando você finalmente acha, você sente. O coração bate mais forte e você se imagina no dia mais feliz da sua vida com aquela roupa. Confesso que tive uma semi-dúvida entre ser uma noiva clássica com o segundo vestido ou ser uma noiva EU com o quarto. Preferi ser uma noiva eu. O meu estilo, a minha cara.

Obs: Vestido (e foto) da Belle Sposa – Maggie Sottero (muito chique, meu vestido veio da Austrália!!!)

Quem sou eu?


aventurasdecasada@gmail.com

Se cadastre para receber as atualizações do blog por email! ;)

Junte-se a 57 outros seguidores